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Lisboa

Guardas-florestais da GNR concentram-se em Lisboa e fazem greve

Os guardas-florestais da Guarda Nacional Republicana (GNR) estão de greve esta sexta-feira e concentram-se no Ministério da Administração Interna (MAI), em plena situação de contingência com o elevado risco de incêndio

A greve e concentração, que está marcada 12h00, é convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS). O objetivo da iniciativa é exigir a abertura de um processo negocial sobre as principais reivindicações.

“A FNSTFPS considera que é indispensável que o Governo inicie o processo negocial e dê ima resposta favorável às reivindicações já apresentadas”, dizem em comunicado.


Em causa está a aprovação da tabela remuneratória especifica para a carreira, a atribuição de suplementos remuneratórios, a definição de autonomia funcional do corpo de guarda-florestal do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPN/GNR) e melhores condições de trabalho.

Está em causa ainda um segunda reunião que ainda não aconteceu entre a FNSTFPS e o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, três semanas depois de ser ter reunido com a Federação, a 20 de maio e ter ouvido as reivindicações.

Portugal Continental está em situação de contingência por causa das temperaturas altas que se têm sentido elevando o risco de incêndio.

Atualmente, a GNR tem cerca de 500 guardas-florestais de serviço encarregados de fiscalizar e investigar atos ilícitos de natureza florestal, de caça e de pesca. Sendo que todos fazem parte do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais.


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