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Grande Entrevista Carlos Almeida: ‘O sucesso só se consegue com boas equipas’

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Chama-se Carlos Almeida e é um dos cabeleireiros mais reconhecidos do Norte de Portugal, em particular no Porto.

Com dois espaços abertos, um em Santo Tirso e outro na emblemática rua do Coliseu, o advisor da Alfaparf Milano abre o coração sobre a sua carreira e sobre o que o futuro lhe espera em 2021.

Conheça Carlos Almeida, um dos cabeleireiros mais reconhecidos do Porto.

Como nasceu a paixão pelo mundo dos cabelos? Que idade tinha?

Tinha 18 anos e aconteceu a convite de um colega que já exercia para entrar na área. A partir daí nunca mais parei e quis sempre mais e mais.

Os primeiros passos na profissão de cabeleireiro foram dados onde e como? Quem foi o seu mentor? Conte-nos a sua história.

Como tinha dito, os primeiros passos foram dados aos 18 anos na cidade de Santo Tirso. Era voluntário de uma associação de crianças de risco e vim para a área a convite de um colega que acabou por ser o meu mentor.  A paixão surgiu de imediato e comecei logo a fazer Formação fora do país

Estive 10 anos em Santo Tirso e depois, decidi dar um passo maior, e arrisquei abrir um espaço na cidade do Porto onde estou há 18 anos.

É um das cabeleireiros mais reconhecidos do Porto e é considerado das cabeleireiros mais criativos ao nível do corte, da cor e do styling. Sabe justificar o porquê deste cognome? Sente que isso é um peso?

Acho que ter um “nome forte” no mercado dos cabeleireiro vem pelo facto de nunca termos parado de aprender e trazer ideias novas para o nosso espaço e para as nossas clientes. Acho que é isto que faz com que os clientes e os colegas nos vejam como referência

Quanto ao peso … sim sentimos isso. O que é bom, para que seja garantida uma linha de qualidade. O grande objetivo é não desiludir quem nos procura. Tudo isto só nos motiva para fazer mais e melhor e dá-nos  foco para continuarmos este projeto.

É dos cabeleireiros que procura mais formação. A formação é importante em que sentido?

A formação é e continuará a ser extremamente importante na minha vida.

Sem ela, não vemos como são as novas técnicas e tendências e é extremamente importante estarmos sempre aprender e estar dentro daquilo que o mercado e as clientes nos exigem.

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Como formador, quais são as áreas que gosta mais de ensinar?

Como formador o que mais adoro partilhar é as técnicas de corte e styling

É uma das grandes apostas da Alfaparf Milano este ano. O que espera para a sua carreira?

Agradeço a confiança da Alfaparf. Espero é que, junto dos meus colegas, possamos acrescentar mais conhecimento quer para nós quer para a marca. Só assim evoluímos na carreira.

Como é que se gere com sucesso dois espaços no grande Porto?

Não é fácil, mas quando se ama e se tem foco no que gostamos de fazer e se constrói boas equipas e de confiança tudo se torna mais fácil. O sucesso só se consegue com boas equipas. Sem elas nada seria possível

Tem algum/a colega que seja uma inspiração?

Temos sempre que nos inspirar em algo. Tento inspirar-me em grandes escolas internacionais e em pessoas criativas. Fico feliz porque acabei de conhecer um e acredito que juntos iremos fazer coisas lindas.

Qual é a história do Anjos Urbanos?

Os Anjos Urbanos aparecem em 2002 no Porto. A Invicta, enquanto cidade de arte e de cultura, precisava de algo mais a nível capilar. Precisava de alguém um pouco ‘fora-da-caixa’. O Porto nos cabelos andava, à época, demasiado ‘padronizado’ e o nosso objetivo foi apostar em novidades, em tendências, em inovação e em criatividade nos cabelos das pessoas comuns. Acho que conseguimos e acho que continuamos a conseguir. Pelo menos é isso que sentimos dos portuenses e das outras pessoas que nos visitam de toda a parte do país.

O que quer no futuro?

10- No futuro sonhamos fazer  com que a Formaçao seja de alta qualidade e o facto de estarmos a conhecer pessoas incríveis acreditamos que o iremos conseguir


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comentário

  1. O salão Anjos Urbanos não foi criado nem aberto pelo Carlos. Quem abriu em 2002 foi o Alberto, o Carlos adquiriu depois. Que boa maneira de “esconder” este pormenor na entrevista.

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