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Governo espera que portugueses no estrangeiro participem mais nas eleições deste ano

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O governante disse que esta expectativa se relaciona com a entrada em vigor do recenseamento automático. Com este recenseamento automático, o número de portugueses eleitores a residir no estrangeiro passa de 318 mil cidadãos portugueses para mais de 1 milhão e meio, segundo dados do governo.

 

Em declarações à agência Lusa, José Luís Carneiro disse que tem a expectativa de haver “um maior número de votantes do que nas últimas eleições, quer nas últimas europeias, quer nas últimas legislativas, quer nas últimas presidenciais.

Além do aumento do número de recenseados, as mudanças na lei eleitoral prevêem que os cidadãos com dupla nacionalidade possam ser candidatos à Assembleia da República.

Isto “significa dar mais direitos políticos aos cidadãos portugueses que estão no estrangeiro e garantir outra vinculação entre portugueses no estrangeiro e Portugal”, afirmou José Luís Carneiro.

Em 2015, votaram no escrutínio de outubro cerca de 28 mil e 300 portugueses a viver fora do país, dos quais 2.285 na Alemanha, onde o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas participou em duas sessões da iniciativa “Diálogos com as Comunidades”, em Estugarda e em Dusseldorf.

Com esta iniciativa, o governante quer “garantir a mobilização dos portugueses para os atos eleitorais. Vim para cumprir um compromisso que tinha assumido”, assinalou José Luís Carneiro.

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