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Governo admite subida de preços, mas garante abastecimento de bens essenciais ao país

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O ministro da Economia confirmou esta segunda-feira, em conferência de imprensa, que o conflito entre Moscovo e Kiev “determinou uma disrupção das cadeias de abastecimento”.


Segundo Pedro Siza Vieira, tanto a Ucrânia como a Rússia são grandes fornecedores de bens alimentares.
“Temos um aumento de custos em consequência disso. Isto vai determinar um aumento dos custos para os produtores, (…) que se vai repercutir nos preços ao consumidor”.


Pedro Siza Vieira disse ainda que “o Governo decidiu definir prioridades na sua atuação”, como “assegurar o aprovisionamento de bens essenciais”.


O Governo vai tentar também mitigar os efeitos no aumento do preço de determinados produtos, apoiando as empresas, e apoiar os consumidores mais vulneráveis.


“Nnuma tentativa de proteger os consumidores mais vulneráveis, aprovámos um subsídio de dez euros por cada botija de gás para os beneficiários da tarifa social de eletricidade”, disse o governante.


O ministro enfatizou, contudo, que existe “segurança quanto ao aprovisionamento destes bens essenciais”. Também quanto ao acesso de Portugal a petróleo e gás natural “não há razões para alarme”.


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