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GNR Setúbal registou 64 queixas de furto de catalisadores em 2021

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As queixas e os alertas repetem-se nas redes sociais, sobretudo na margem sul, de sucessivos furtos de catalisadores de automóveis.

Alguns dos furtos ocorrem em plena luz do dia, outros em parques de estacionamento de transportes públicos.

O Diário do Distrito questionou o Comando Territorial de Setúbal da GNR, que indicou ter registado no distrito de Setúbal «no período de 1 de janeiro de 2021 a 13 de abril a 2021, 64 ocorrências» e que no ano de 2020 foram registadas 21 ocorrências de furto de catalisador.

Esclarece ainda esta autoridade que «durante o ano de 2020 e até 13 de abril de 2021, a Guarda tem registo de três detenções em flagrante delito por furto de catalisadores, 1º0 indivíduos identificados, a recuperação de 5 catalisadores furtados e a apreensão de diverso material relacionado com esta prática criminosa».

A GNR adianta ainda que «atenta a este fenómeno, a GNR intensificou o patrulhamento com vista à prevenção, dissuasão e deteção deste tipo de ilícitos, empenhando para o efeito as diversas valências do Comando Territorial de Setúbal».

O Diário do Distrito questionou também o Comando Metropolitano da PSP, mas não foram enviados dados até ao momento.

As viaturas mais procuradas para este tipo de furtos são os VW Polo, Golf, Lupo e Corsas.

O furto de catalisadores é um ‘negócio’ rentável, se tivermos em conta que cada um destes pode ser revendido até 300 euros, a certas oficinas, ou para retirarem os materiais com que são construídos, como a platina, o ródio e o paládio, de elevado valor.

Basta uma procura rápida pelas redes sociais para deparar com vários destes equipamentos à venda.

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