Almadacoronavírus

Garcia de Orta converteu mais cinco camas para `doentes Covid´ mas já estão ocupadas

O Hospital Garcia de Orta, em Almada, converteu mais cinco camas para `doentes covid-19´, que já estão todas ocupadas.

- publicidade -

 O Hospital Garcia de Orta, em Almada, converteu mais cinco camas para `doentes covid-19´, que já estão todas ocupadas, estando ontem internados 176 doentes infetados com o vírus SARS-CoV-2.

Segundo uma nota do hospital, localizado no distrito de Setúbal, 156 doentes estão internados em enfermaria, 17 em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e três doentes estão em Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD). 

tarot terapêutico

No comunicado, o Hospital Garcia de Orta salienta ainda que voltou a registar-se um crescimento dos doentes internados com infeção por SARS-COV-2, pelo que continua a ajustar a lotação afeta à covid-19 de modo a acomodar mais doentes.

Contactada pela agência Lusa, fonte do Garcia de Orta acrescentou que o hospital tem procurado transferir alguns doentes, mas que se está a revelar cada vez mais difícil encontrar alternativas noutras unidades de saúde.

Na nota, o Hospital Garcia de Orta volta também a apelar à população dos concelhos de Almada e Seixal, para que, “em caso de situações de doença aguda, recorra em primeiro lugar ao seu médico de família nos Centros de Saúde”.

Em caso de sinais e sintomas compatíveis com doença respiratória aguda, o hospital recomenda aos utentes “que se dirijam às áreas dedicadas para doentes respiratórios – ADR – dos Centros de Saúde -, reservando as situações mais graves, agudas e urgentes para serem assistidas no hospital”.

“Continuamos a trabalhar para, no final do mês de janeiro, poder expandir a Área Dedicada ao Atendimento de Doentes Respiratórios do Serviço de Urgência Geral, bem como uma nova enfermaria, em estrutura modular, para prestar assistência a doentes `covid-19´”, é referido no comunicado.

Na nota é também recordado que o Hospital Garcia de Orta é um dos hospitais com mais doentes covid-19 na região de Lisboa e continua com uma taxa de esforço muito elevada. 

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui