Saúde

Fumo em terceira mão prejudica sobretudo crianças

Passou pouco mais de uma semana desde a entrada em vigor da portaria 154/2022 dos ministérios da Economia e Mar e da Saúde, e que decreta que desde 1 de Janeiro só é permitido fumar em restaurantes, bares e discotecas com uma área igual ou superior a 100 metros quadrados e pé direito mínimo de três metros.

Agora, a pneumologista Sofia Ravara vem alertar para os riscos do “fumo em terceira mão”, ou seja, as substâncias libertadas pelo fumo do tabaco que podem estar nas paredes, mobílias ou mesmo no hálito dos fumadores e que prejudicam sobretudo as crianças.

“O fumo do tabaco tem partículas em suspensão que são muito finas e invisíveis aos nossos olhos e que acabam por depositar-se nas superfícies”, disse Sofia Ravara, coordenadora da Comissão de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, em declarações à Lusa.

Segundo a especialista, as crianças são as mais expostas a estes riscos, sobretudo os bebés que gatinham e levam as mãos à boca.


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