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Frederico Varandas: «Ganhava mais como médico do que como presidente do Sporting»

Presidente do Sporting esteve frente a frente com os acionistas do clube.

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Frederico Varandas, presidente do Sporting, esteve frente a frente com os acionistas da SAD do clube, relata A BOLA, onde justificou as contas dos leões e respondeu a várias críticas que ouviu na auditoria de contas realizada no auditório Artur Agostinho, nomeadamente sobre o seu vencimento.

O jornal desportivo realça que o líder verde e branco disse que o seu vencimento de médico era superior ao que aufere atualmente como presidente, e que tem gamebox desde a inauguração do estádio e que não a utiliza há mais de dez anos, continuando a pagar para a ter.

«Não tenho de dar justificações do que comprei. Não sou rico, o dinheiro que tenho vem do meu trabalho. Quando optei ser presidente do Sporting tinha acabado de comprar uma casa. Ganhava mais como médico do que como presidente do Sporting. Cumpro as minhas responsabilidades, pago o empréstimo ao banco e tenho o dinheiro que tenho. Se sou rico? Não. Se ganho menos do que ganhava? Ganho. Tenho uma Gamebox desde o início do estádio e ao contrário de elementos da anterior direção sempre a paguei. Paguei, continuo a pagar e não vou lá sentar-me há dez anos. Pago as minhas quotas e dou o dinheiro que posso porque tenho uma família e tenho obrigações».

Comentou o título de campeão nacional, falando da diferença de orçamentos para o FC Porto e SL Benfica , que «é difícil competir com rivais que têm o orçamento que têm e daí dizer que foi dado pouco mérito ao título de campeão, nas condições em que foi, comparando com os rivais».

Sobre as reduções orçamentais, diz que não faz parte dos planos reduzir mais, «fizemos uma redução brutal, em três anos reduzimos €18 milhões em salários, não achamos que o caminho seja reduzir mais».

No que diz respeito ao esta do relvado do estádio, que tem sido bastante criticado, disse: «quem me dera não ter tido de mudar o relvado mas já tinha passado o tempo de vida útil há um ano. Por dificuldades financeiras não mudámos nessa altura. Este ano garantiram-nos que já não tinha condições ideais, estava a ficar demasiado rijo e os jogadores já nos tinham chamado a atenção. Optámos pela empresa com preço mais competitivo mas é óbvio que o relvado não está ao nível do que imaginámos e ao nível do que pagámos».

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