AtualidadeInternacional

Força Portuguesa garantiu segurança nas eleições da RCA

- publicidade -

​Os militares portugueses da 8.ª Força Nacional Destacada, maioritariamente composta por comandos em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas, foram empenhados numa operação para garantir as condições de segurança nas eleições legislativas, realizadas no dia 14 de março, na República Centro-Africana.

Na semana anterior às eleições, a Força Portuguesa foi colocada na região de Bossangoa, localizada 300 KM a Norte de Bangui, com a missão de garantir a proteção de civis, assegurar a liberdade de movimentos e criar um ambiente seguro e estável, que permitisse uma participação efetiva da população no ato eleitoral.

Durante a operação, os militares portugueses realizaram patrulhas de segurança, na cidade e nas proximidades, estabelecendo permanentemente contacto com a população local.

A ação da Força de Reação Rápida contribuiu para que o ato eleitoral na região fosse considerado “um sucesso” pelas diversas autoridades, tendo decorrido sem nenhum incidente e com uma grande afluência da população, contrariamente ao que havia ocorrido nas eleições de dezembro, que tiveram uma participação muito menor devido à falta de condições de segurança.

Mais uma vez, a presença dos militares portugueses na região, em nome da manutenção da paz, trouxe segurança às populações locais e contribuiu para o estabelecimento de um ambiente estável e seguro na região de Bossangoa.

Após concluir a operação, a Força de Reação Rápida regressou à Base em Bangui, onde chegou esta noite.

A 8.ª Força Nacional Destacada Conjunta na República Centro-Africana, com um efetivo de 180 militares, é maioritariamente composta por tropas especiais Comandos, integrando igualmente militares de outras unidades do Exército e ainda três Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui