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Folclore de portas fechadas devido à Covid-19

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O folclore em Portugal continua de quarentena e vai continuar de quarentena até 30 de setembro, situação que já está a preocupar dirigentes e diretores dos grupos folclóricos.

“Não temos meios que nos apoiem, somos o parente pobre da cultura e ninguém faz nada por nós”, este é um dos lamentos que se vão lendo um pouco por toda a rede social de Facebook, lamentos esses que são legítimos de muitos dirigentes e diretores de grupos que já não sabem mais o que fazer, se não contas à vida e muitos já ponderam fechar portas e entregar chaves aos muitos municípios espalhados por esse país.

Os festivais que começaram a ser preparados no fim de 2019 estão suspensos, até os próprios ensaios estão suspensos por causa do distanciamento social imposto pelas autoridades de saúde e Governo.

Continuam ainda proibidos os “desfiles” os de Abril a Agosto foram mesmo cancelados. A revolta é maior quando se fala na Festa do Avante. José Gomes é um dos diretores que não aceita que a Festa do Avante esteja fora das proibições das Festas e Romarias.

“Se nós não conseguimos fazer um festival de folclore, pois as medidas restritivas são para serem cumpridas, como é que se tem cara para fazer uma Festa do Avante, onde vão milhares de pessoas durante aqueles dias todos?”, fica a questão no ar, resposta para ela, não há ou melhor, ela há mas ninguém quer responder.

 

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