DestaqueLisboaNacionalPolítica

Foi aprovada a proposta do PAN para a criação de uma bolsa de habitação para vítimas de violência doméstica entre municípios

- publicidade -

Foi aprovada por unanimidade a recomendação do PAN hoje, dia 2, na Assembleia Municipal de Lisboa, que insta a Câmara Municipal de Lisboa a criar uma bolsa intermunicipal de apartamentos de autonomização para vítimas de violência doméstica, dando-lhes assim a oportunidade de mudarem de cidade para sua segurança.

A deputada do PAN, Inês de Sousa Real, deputada do PAN, salientou que que “a discriminação e a violência contra as mulheres é um problema estrutural da sociedade, morrendo anualmente dezenas de mulheres vítimas deste flagelo, cujos progressos na erradicação deste fenómeno são susceptíveis de se agravarem com a atual crise sanitária e com os sucessivos confinamentos. Por isso, em tempos de crise, é crucial que se priorizem os apoios a estas vítimas e que lhes sejam dadas as condições para refazerem as suas vidas longe dos agressores sempre que se vejam forçadas a deixar a habitação.”

Grupo Municipal do PAN recomenda ainda à autarquia que aumente o número de respostas habitacionais através da disponibilização de fogos municipais e do arrendamento no mercado imobiliário e que garanta queestes permitem a permanência de animais de companhia. Quando tal não seja possível, os animais deverão ser acolhidos na Casa dos Animais de Lisboa ou numa associação zoófila.

O partido pretende ainda que sejam realizadas campanhas de sensibilização contra a violência doméstica, adaptadas à realidade do confinamento, assegurando que estas chegam a todas as camadas da população. 

Foi aprovado também por unanimidade o voto de saudação do Grupo Municipal do PAN pelo Dia Internacional da Mulher, que se assinala no próximo dia 8 de março.


Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo

Permita anúncios

Detetámos que utiliza um bloqueador de anúncios.
Apoie o jornalismo sério e considere desativá-lo para o nosso site.
Saiba como desactivar: carregue aqui