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Fertagus lamenta declarações de Rangel e recusa ser ‘arma de arremesso’ político

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A Fertagus recusou servir de “arma de arremesso político” nas eleições, mostrando-se “disponível para conversar com qualquer partido político sobre possíveis soluções que venham a garantir a qualidade de serviço dos comboios”.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Fertagus disse que “se recusa a servir de arma de arremesso político em qualquer eleição”.

A empresa lamentou as declarações de Paulo Rangel, ontem à noite em Viseu, sobre “as medidas que estão a ser analisadas pela empresa” para garantir a qualidade de serviço prestado, considerando o aumento de mais de 20% de clientes que, desde Abril, passaram a utilizar a linha ferroviária que liga Setúbal a Lisboa”.

O candidato social-democrata perguntou se os passageiros “hão de viajar sem bancos e todos de pé que é para caberem mais”, considerando que a baixa dos preços dos passes sociais sem prevenir o aumento da oferta de transporte provocou “o caos”.

No comunicado, a Fertagus “vê com agrado” o aumento de clientes, mas lembra que sempre disse que seria necessário procurar soluções de curto e médio prazo para garantir os níveis de qualidade.

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