Feirantes entram em confrontos junto ao Ministério das Finanças

Manifestação de feirantes e itinerantes acaba em confrontos com a PSP junto ao Ministério das Finanças, em Lisboa

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@DN
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Esta sexta-feira um grupo de feirantes e itinerantes rumaram até à Assembleia da República para se manifestarem contra o Governo de António Costa devido à falta de apoios que estão a ter e não conseguem resposta.

Segundo o JN, Luís Paulo Fernandes, da Associação dos Profissionais Itinerantes Certificados (APIC) adiantou ter sido agredido pela PSP depois de, juntamento com outros manifestantes alertar que não arredava pé do Terreiro do Paço, junto ao Ministério das Finanças, onde esperavam ser recebidos pelos responsáveis daquele ministério.

“Pedimos para ir até à sombra, pois estávamos a sentir mal ao sol. Dissemos que não saíamos até sermos ouvidos e foi aí que a PSP levantou o bastão e começou a agredir-nos. Há agentes fardados sem identificação e são esses que normalmente usam o bastão. Foram eles que provocaram e causaram isto”, acusa.

Fonte da PSP disse que “várias pessoas tentaram furar o cordão policial para entrar nas instalações do Ministério e foram impedidas”. A manifestação dos feirantes foi comunicada às autoridades previamente pela APIC.

Do incidente a registar houve um detido e um ferido com pequenos cortes na cabeça resultado de uma queda, como refere a PSP. O ferido foi assistido no local e transportado para o hospital São José, em Lisboa.

De recordar que, a 6 de maio, representantes da recém-criada APIC tiveram reunidos com o Governo, mas da reunião que tiveram nada trouxeram de apoios, reclamam apoios à sustentabilidade dos negócios e a possibilidade de suspensão do pagamento de alguns impostos, uma vez que ficaram impedidos de trabalhar e vão continuar impedidos de laborar nas feiras devido ao covid-19.

“A reunião correu muito mal. O Governo não tem nenhum plano para nos auxiliar. Estamos profundamente revoltados”, afirmou à agência Lusa, o presidente da APIC, após a reunião com o secretário de Estado do Comércio, João Torres, que não apresentou nenhuma proposta concreta ao feirantes e itinerantes.

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