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Feira do Livro adapta-se ao tempo de pandemia

Conheça o que muda na 90ª edição da Feira do Livro, já a partir de quinta-feira em Lisboa.

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A Feira do Livro de Lisboa começa na próxima quinta-feira e será “uma prova de resiliência do setor” num “ano catastrófico” em contexto de pandemia, afirmou à agência Lusa a organização do evento.

 “A feira é uma altura de excelência para tentar recuperar parte daquilo que foi perdido e permitir aos seus leitores e clientes o contacto com o livro. […] Até ao final do ano [o setor] poderá ter uma perda entre os 30 e os 35 milhões de euros”, disse à Lusa Pedro Sobral, vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza a feira juntamente com a autarquia de Lisboa.

A feira do livro é realizada no Parque Eduardo VII, e este ano, além dos espaços habituais, tem ainda a sinalética e “muitos frascos” de desinfetante.

De acordo a APEL, este ano estarão presentes 117 participantes em 310 pavilhões, representando 638 editoras e livrarias.

O uso de máscara será obrigatório para todos e o recinto estará vedado por baias, para que se possa controlar o fluxo de entrada e saída de pessoas.

Haverá menos espaços de restauração, o programa cultural associado à feira foi reduzido e acontecerá apenas em auditórios, com inscrição prévia e lotação limitada.

A lotação estará limitada a 3.300 pessoas em simultâneo, cumprindo as regras de distanciamento impostas pela Direção-Geral da Saúde e aplicando um manual de boas práticas distribuído pela APEL aos participantes, referiu o responsável.

A 90.ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa esta quinta-feira e termina a 13 de setembro.


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