Fátima recorda o “desafio que a humanidade tanto esquece”

O 103º aniversário da terceira aparição da Virgem Maria foi celebrado em Fátima.

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Em dia de Peregrinação Aniversária, o bispo auxiliar do Porto, D. Vitorino Soares, celebrou missa no altar do recinto do Santuário de Fátima e na homilia pediu à Virgem Maria que “encandeie os corações medrosos, inquietos e tristes”.

“Debaixo da nuvem da pandemia, a mensagem de Fátima recorda-nos o desafio que a história e a humanidade tanto esquecem: precisamos uns dos outros”, disse D. Vitorino.

Na aparição de julho, Nossa Senhora pediu aos Pastorinhos para se sacrificarem pelos pecadores. “Queremos sacrificar-nos pelos outros?”, perguntou o bispo. “Não se trata de vítimas, ou bodes expiatórios, mas irmãos que por amor se oferecem uns aos outros, nos gestos do dia-a-dia”.

“Todos precisamos de ti, Mãe, Senhora de Fátima, porque somos e queremos ser teus filhos, ouvindo os teus apelos e dando resposta aos teus convites”, disse ainda D. Vitorino.

O dia 13 de julho é recordado e celebrado no Santuário de Fátima como evocação da terceira aparição da Virgem Maria naquele lugar.

Em 1917 já um número considerável de pessoas acompanhava os pequenos videntes neste dia. De acordo com as Memórias da Irmã Lúcia, pelo meio-dia, como de costume, a “Senhora mais brilhante do que o sol” apareceu na pequena azinheira onde hoje se encontra a imagem de Nossa Senhora de Fátima.

Esta foi a aparição mais rica em termos de mensagem. A Mãe de Deus pediu aos Pastorinhos que rezassem “pelos pecadores” e ensinou-lhes duas orações. Depois, os Pastorinhos tiveram uma visão “do pavor” do Inferno, como um mar de fogo, seguido das advertências da Virgem sobre o perigo da guerra “que há-de vir” e os “erros da Rússia” espalhados pelo mundo, numa alusão ao Comunismo.

Nossa Senhora terá mostrado depois outra visão, que consta do famoso segredo de Fátima, onde um Papa sobe uma montanha, depois de atravessar uma cidade destruída, e é morto aos pés de uma cruz.

O ciclo das aparições terminou em outubro de 1917, com o fenómeno do “milagre do Sol”, presenciado por cerca de 70.000 pessoas.

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