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Familiares de pessoas desaparecidas lançam petição por mais justiça

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A petição foi lançada em nome de ‘familiares e concidadãos’ de pessoas desaparecidas, e pretende ser entregue à Procuradora Geral da República; Ministra da Justiça; Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias (Assembleia da República) e Provedora de Justiça.

«Crianças com 2 anos de idade (SOFIA CATARINA ANDRADE DE OLIVEIRA), jovens com 15 anos de idade (LUCAS MIRANDA) seniores com 73 anos de idade (JOSÉ SILVA) e muitos outros, saudáveis mental e fisicamente ou com patologias do foro psíquico desaparecem em Portugal e a resposta do Estado e das entidades/autoridades responsáveis é maioritariamente insuficiente ou inexistente» refere o texto que acompanha a petição.

E os exemplos continuam com «Rui Pedro e Maddie MacCann, conhecidos internacionalmente e que não oferecem aos portugueses a segurança e confiança que necessitam ter nas entidades oficiais, assim como não garantem a serenidade e o apoio indispensáveis às Famílias que experimentam o verdadeiro terror e desespero de não saberem dos seus entes queridos».

Os signatários pretendem assim «exigir mais e melhor do Estado e das entidades/autoridades envolvidas nestes casos.

O sofrimento que as Famílias vivem aumenta desmesuradamente ao longo dos anos de incerteza e desconhecimento, agravando-se aquando do resultado morte, acréscimo de dor relacionada directamente com a passividade e incapacidade técnica das entidades/autoridades responsáveis pela investigação de episódios desta natureza.»

Garantem que «este movimento cívico, esta petição, não existe para criticar negativamente e depreciar a acção do Estado e das suas instituições.

Esta petição pretende apresentar experiências vividas, facultar aos decisores hipóteses de trabalho e sensibilizar a Assembleia da República para uma discussão real, científica e eficaz, da qual resultem propostas e/ou soluções que possam ofertar respostas céleres e profícuas nas investigações de pessoas desaparecidas: as Famílias e os Concidadãos das mesmas exigem-no!.»

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