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Estado contratou 38 ex-espiões

O Estado contratou cerca de 38 ex-espiões para os serviços da Presidência do Conselho de Ministros.

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A polémica saltou há uns dias atrás quando Alexandre Guerreiro, comentador da SIC Notícias terá estado frente a frente com uma ativista russa e terá dito “pois, mas não mandaram as provas para a Rússia”, isto depois de Ksenia Ashrofullina ter falado de casos de envenenamento como o do antigo KGB em Londres.

Foi entre 2012 e 2022, que a secretaria-geral da Presidência do Conselho de Ministros (PCM), sob a tutela da ministra Mariana Vieira da Silva, que aquele ministério admitiu 38 ‘ex-espiões’ de uma forma voluntária ou involuntária, deixaram os serviços de informação, como avança o Diário de Notícias este domingo.

O comentador da SIC Notícias é apontado como pró-russo, foi reintegrado na PCM, que tutela os serviços de informação. As suas posições e comentários sobre a invasão da Rússia à Ucrânia são conhecidas e não incomodam o Ministério que é tutelado por Mariana Vieira da Silva, que salientou ao DN que “Qualquer cidadão é livre de emitir opiniões, sem ingerência”.

Alexandre Guerreiro é um ex-agente que foi exonerado do cargo em 2014 e foi colocado no Centro de Competências Jurídicas do Estado, tutelado pela PCM. Ao DN o jovem esclareceu que os seus comentários sobre o que se passa na Ucrânia são meramente a título pessoal e em nada tem haver com a sua função atual, arrematando que: “As pessoas esquecem-se que eu sou funcionário do Estado, não sou funcionário nomeado para gabinete do Governo”.


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