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Espanha: Vaticano investiga 1.200 casos de violação de menores por membros da Igreja Católica

Uma investigação feita pelo jornal El País dá conta de mais de 1. 200 vítimas de violação, abuso de menores e encobrimento por parte de 251 membros do clero, 20 dos quais são cardeais e bispos.

No início de dezembro, o jornal entregou ao Papa Francisco um relatório de 385 páginas, estando neste momento na posse da Congregação para a Doutrina da Fé.


O relatório foi também entregue ao presidente da Conferência Episcopal Espanhola, o cardeal Juan José Omella, arcebispo de Barcelona.

De acordo com a lei da Igreja, os bispos espanhóis teriam de informar as autoridades civis sobre as suspeitas.

O caso mais antigo é de 1943 e o mais recente de 2018.

Ainda segundo o jornal espanhol, na maioria das situações trata-se de religiosos que abusavam de dezenas de crianças e que agrediam sexualmente toda uma turma, tendo estado estiveram durante anos em várias escolas.

A Conferência Episcopal Espanhola tem repetido que não sabe quantos abusos aconteceram no país, mas desvaloriza os números, ao afirmar que são “muito poucos”.

De acordo com as atuais regras, promulgadas pelo Papa Francisco, o Vaticano vai exigir resultados num máximo de três meses.


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