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Escuteiros de toda a Península de Setúbal colaboram com o Banco Alimentar

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Num dia bastante frio, vários jovens escuteiros de todos os concelhos da região colaboraram na campanha do Banco Alimentar.

Ontem, sábado, a qualquer hora do dia viam-se jovens escuteiros a chegar às instalações do Banco Alimentar em Vila Amélia, Palmela.

No que respeitou ao frio, uns mais corajosos que outros. Uns mais encasacados, outros como se estivessem em plena Primavera. A idade permite isso. Quase todos têm entre dezoito e vinte e dois anos e têm uma vida toda pela frente.

Cada um sabia exatamente qual o lugar que lhe correspondia na cadeia de distribuição do Banco Alimentar.

Logo à entrada, estava o grupo que recebia as carrinhas provenientes dos supermercados. Descarregavam os sacos para dentro de boxes que por sua vez eram levadas para o interior do armazém nas empilhadoras.

Lá dentro, a imagem à primeira vista lembrava um comboio. No início, no funil, os sacos de doações eram despejados e havia toda uma azáfama de festa. Assim que os alimentos entravam no tapete rolante, os voluntários recolhiam-nos por género. Enlatados para um lado, massas para outro, arroz para outro, o óleo mais adiante, etc.

A «“escuteirada” está toda aqui a trabalhar», dizia um caminheiro visivelmente feliz. «Viemos até aqui dar a nossa ajuda. Este ano há menos gente por causa do vírus. Há sempre alguém que precisa. Até já. Estão a chamar-me». E lá foi. Alguém o chamou para dar uma ajuda no transporte do lixo.

É difícil quantificar quantos escuteiros estiveram presentes. A maioria pertencia ao Corpo Nacional de Escutas, do lenço vermelho, e de todos os lados. Trafaria, Sobreda, Charneca da Caparica, Miratejo, Cova da Piedade, Cacilhas, Santo André, Lavradio, Pinhal Novo, Montijo, e talvez mais. Também havia outros lenços. Os lenços castanhos da Fraternidade Nuno Álvares, representados pelo Núcleo de Santo André-Barreiro, e os lenços pretos/dourados da Associação dos Escoteiros de Portugal, característicos do Grupo do Montijo.

Uma escuteira pediu-nos ajuda. Uma embalagem de açúcar rasgada e ela com as duas mãos a evitar um desastre maior. «Vá ali buscar um saco de plástico. Isto agora entrega-se ali na mesa à frente e pode ser reaproveitado. Vamos ver». Ao lado, outro caminheiro preenche uma box com leite. «É mais fácil assim. Escolhemos logo os packs de seis embalagens para evitar que acalque o resto dos alimentos com o peso».

E tudo parece funcionar com bastante fluidez. Conheciam bastante bem o procedimento e cada um sabia exatamente qual era a sua função. Não se atrapalhavam. E sempre houve tempo para conversar, rir ou tirar uma fotografia para o Instagram. «E amanhã estamos cá outra vez», dizia um.

Texto: Fraternidade Nuno Álvares – Núcleo de Santo André-Barreiro


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