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‘Em 23 anos de Anjos nunca o nosso profissionalismo e patriotismo tinha sido colocado em causa’

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Depois de muitas críticas nas redes socais e até de entidades oficiais, sobre a forma como Nelson e Sérgio, os Anjos, interpretaram o hino nacional, ‘A Portuguesa’, no Moto GP, os irmãos Rosado deram esta tarde uma explicação sobre o ocorrido nas suas redes sociais.

Com um texto onde relembram os valores de Abril e a Liberdade, e onde deixam também um «agradecimento especial, uma vez mais, a todos os Homens e Mulheres que no passado, pelo que sofreram, lutaram e conseguiram por Todos Nós … Portugal precisa, mais que nunca, desta ‘Fibra’», os Anjos relembram ainda que «num regime Democrático a Tolerância será sempre um valor inalienável, isto porque nem sempre temos todos de estar de acordo seja em que matéria for, o importante mesmo, é que todas as análises, decisões ou actos, sejam feitas sem qualquer tipo de Preconceito ou Viés, sejam elas de que forma forem, pois nunca se esqueçam de uma célebre expressão de um filósofo Inglês, Herbert Spencer de seu nome, que “a Liberdade de cada um termina quando começa a do outro”.»

Os Anjos relembram depois quando interpretaram a versão, acappella de ‘A Portuguesa’, «que o Maestro Pedro Faria Gomes escreveu para nós em 2002 (para uma interpretação especial com os Tetvocal) e com a direcção vocal do Maestro Paulo Lourenço, versão esta interpretada também perante a Selecção Nacional de Futebol e do Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio.»

Sobre a interpretação no Moto GP explicam que «quando recebemos o convite para cantar ‘A Portuguesa’ no Moto GP, não hesitámos e optámos por fazer esta mesma versão, mas desta

vez apenas a duas vozes sem efeitos.

Infelizmente a transmissão para Portugal (SportTv4) apenas mostrou metade do Hino Nacional (desconhecemos as razões, se por compromissos publicitários ou qualquer outra questão técnica), mas, realçamos que para o resto do Mundo a transmissão foi total.

No entanto, verificámos ao ver as imagens que  existiram problemas técnicos dos quais nós estamos completamente alheios, como por exemplo durante toda a atuação existiu uma soma do som do exterior aos nossos microfones que causou uma ilusão fonética de palavras como alegam que cantamos igreijos em vez de egrégios, e na última parte da interpretação existiu um erro técnico tremendo, que se julga ter sido do BroadCast, no momento da transmissão Live, em que não foi retirado o áudio num plano de SlowMotion, onde mostrava o público do autódromo a sentir o Hino, isto em termos técnicos fez com que durante alguns segundos existisse uma duplicação do som em looping alterando o momento e o som real das nossas vozes.»

E terminam garantindo que «em 23 anos do projecto Anjos nunca o nosso profissionalismo e patriotismo tinha sido colocado em causa, sempre fomos verdadeiros na música e vocês merecem que sejamos sinceros, obrigado pelo carinho de sempre, continuamos motivados para seguir esta caminhada convosco.»


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