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Doentes graves enchem urgências de hospitais

Esperas de mais de cinco horas para que possam ser atendidas e são considerados pacientes urgentes. As urgências de Santa Maria, em Lisboa, Amadora – Sintra e Loures estão a encerrar portas a ambulâncias.

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Muitos doentes estão a procurar as urgências dos principais hospitais da capital e com essa procura muitas dessas urgências já atingiram a capacidade máxima de atendimento. O panorama mudou e não são as ‘falsas urgência’ que estão a entupir os serviços de urgência dos hospitais centrais da capital, mas sim, os doentes com necessidades de tratamento diferenciado, que voltam a colocar as unidades principais de saúde sob pressão.

O agravamento começou esta segunda-feira, quando ao fim da manhã a urgência do Santa Maria, em Lisboa, já estava com mais de dois terços de pacientes que aguardavam para serem atendidos, triagem feita, pulseira amarela no pulso e longas horas de espera na sala para que fossem chamados para a consulta de urgência, que em nada tem de urgência nessa ala do maior hospital do País.

Os pacientes urgentes e muito urgentes, esperaram mais de cinco horas para serem vistos por um médico de serviço.

Já o Amadora-Sintra e o Loures também estão ‘asfixiados’ pela pressão de procura dos pacientes. O hospital de Loures terá pedido ontem ao início da tarde, o desvio de pacientes através do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) para outros hospitais.


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