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Dispara alarme nos Bombeiros de Palmela

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“Somos do povo, nascemos do povo e continuaremos a ser os voluntários por opção, profissionais na ação, sempre.” é com esta frase que Eduardo Martins termina o seu discurso.

Na corporação de Palmela desde 1988, o recém-promovido a Comandante encara este desafio com a devida importância nutrindo um sentimento de gratidão por terem reconhecido o seu trabalho e dedicação para com a instituição. Apesar de considerar que tem a seu lado os “melhores operacionais do mundo” (cerca de 72 bombeiros voluntários, 32 dos quais funcionários) reconhece que a falta de pessoal é um dos principais obstáculos no bom funcionamento das diferentes operações do dia a dia, referindo que, o principal problema se encontra na dificuldade de recrutamento e manutenção dos recrutados sendo esta uma situação transversal à grande maioria das corporações portuguesas “vir para esta vida é abdicar de muita coisa”.

Afirma ainda que, provavelmente, as grandes cidades como Lisboa podem não sentir estas dificuldades que os pequenos centros sentem com maior intensidade. Servem de exemplo para estas mesmas declarações, os Bombeiros Voluntários de Cuba que por falta de pessoal, se vêm obrigados a fechar portas durante a noite e fins de semana não existindo qualquer tipo de socorro urgente para a população.

Ainda assim, apenas em 2018 os Bombeiros Voluntários de Palmela enfrentaram cerca de 13825 alertas. Traduzindo, o mesmo corresponde a 30 mil horas de serviço, 617 mil km percorridos e destacados para as ocorrências cerca de 26701 homens

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