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Direitos de autor (e não racismo) excluem vídeo da Internet

Afinal, o vídeo não está na rede social porque viola os direitos de autor da canção.

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O vídeo que promovia a Romaria d’Agonia, das Festas da Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, afinal foi banido das redes sociais do Facebook e Instagram por violação de direitos de autor e não por denúncias de racismo, como chegou a ser noticiado.

O vídeo promocional, lançado pela escola de dança ‘Arte em Movimento’ com a música da banda sonora do filme Harriet, cantada por Cynthia Erivo, foi contestada nas redes sociais por não se relacionar com as mesmas tradições que quer homenagear.

Ontem, falou-se em racismo e apropriação cultural. O vídeo teria sido removido do Instagram devido a essas denúncias, segundo disse na sexta-feira Susana Domingues em comunicado.

Mas este sábado, através do Facebook, a directora artística disse que, após contestação, o Instagram enviou nova mensagem. Afinal, o vídeo não está na rede social porque viola os direitos de autor da canção.

“Recebemos ontem [sexta-feira] um email do Instagram a dizer que não detectaram qualquer conteúdo relativo a racismo. No entanto, pediram-nos os direitos de autor [da música]”, disse Susana Domingues num vídeo publicado no Facebook.

O vídeo foi realizado por André Cardoso e coreografado por Cristiana Neto. Na página do grupo, multiplicaram-se os comentários dos que parabenizam o trabalho da escola de dança.

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