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Directiva sobre ‘linguagem não descriminatória’ anulada por ministro

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Após a polémica lançada com uma directiva que pretendia alterar a linguagem «discriminatória» nas Forças Armadas Portuguesas, agora o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho emitiu uma comunicação na qual anula os referidos ofícios.

A «Directiva Sobre a Utilização de Linguagem não Discriminatória» foi dirigida a todos os ramos das Forças Armadas pela Secretaria Geral dos ofícios e é definida, na ordem agora assinada por João Cravinho, como «documento de trabalho, que não evidencia um estado de maturação adequado», sem «aprovação superior» e por isso ordena que se considerem ‘anulados’.

A directiva, elaborada pela Secretaria Geral do Ministério da Defesa, pretendia uma linguagem ‘inclusiva e neutra quando se trata de mencionar alguém ou algo’ designando mulheres e homens de igual modo, «seja em documentos escritos, no tratamento verbal ou em fotografias e vídeos.

O objetivo principal é ser neutro ou abstrato, utilizando termos que se apliquem aos dois géneros, sem valorização, sobretudo, do masculino.»

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