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Direção do Vitória explica ‘cartas de renúncia’

Direção do Vitória Futebol Clube responde aos sócios

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O presidente Paulo Gomes e a Direcção do Vitória FC responderam aos sócios sobre várias questões, através de um vídeo com cerca de vinte minutos que foi partilhado esta madrugada nas redes sociais.

Paulo Gomes garantiu que “até ao início do campeonato lutámos com todas as forças para tentar que este fosse suspenso.

A decisão passou por ser adiada para ouvir contra-interessados. Se repararmos, ninguém disse que não tínhamos razão sobre os erros formais e andamos nisto há mais de um mês e meio, porque o que tem acontecido é protelarem e a decisão sobre a nulidade do processo não foi dada por ninguém e quando for tomada, será tarde de mais.”

As criticas são sobretudo dirigidas à Liga “que em vez de ser equidistante para com todos os clubes, lutou para que o Vitória ficasse de fora da I Liga” frisou Paulo Gomes, que deu como exemplo o facto de esta ter “quinze dias como contra-interessado para responder, e apenas o fez no último dia, na última hora, para não dar tempo à defesa do Vitoria”.

O presidente deixou um apelo a que sejam vistos os processos de licenciamentos de outros clubes “porque sabemos as dívidas e os atrasos que estes também têm. A fava saiu ao Vitória? Se calhar não. Estava predestinada? Parece que sim.”

PRESIDENTE E DIREÇÃO APRESENTARAM CARTAS DE RENÚNCIAS

Sobre a notícia publicada pelo jornal «A Bola» de que o presidente e a direção se tinham demitido, Paulo Gomes explicou que “depois da quebra abrupta para a 3.ª Divisão, decidimos que esta direção para continuar, teria de ser legitimada pelos sócios. Tivemos de fazer os nossos recursos e enquanto não fossem decididos e arranca-se a primeira jornada, tínhamos de dar uma ideia de união.

Ontem, por uma questão simbólica, um dia antes da decisão, entendemos por bem entregar ao presidente da Mesa da Assembleia Geral as nossas cartas de renúncia, e não demissões, para que independentemente da decisão, a nossa posição fosse exactamente a mesma.”

Questionado pelos sócios sobre a forma de gestão do clube, agora que a direção colocou os lugares à disposição, Paulo Gomes referiu que “será muito difícil”, apontando vários projectos que iam ter início, mas frisou que “a decisão ainda está nas mãos do presidente  da Mesa da Assembleia Geral”.

Ainda relativamente à notícia da «Bola» sobre a falta de verbas, Paulo Gomes frisou que “para este mês tínhamos assegurada a verba para os pagamentos, mas devido à execução de um processo de um antigo director desportivo, o agente de execução já recebeu o valor da NOS mas ainda não libertou a verba remanescente”.

O presidente justificou ainda a sua ausência devido à reabertura do ano escolar, “e tal como todos os professores, tenho de estar presente para fazer a recepção aos encarregados de educação”.

Outras questões como o adiamento do jogo com o Moura, o pedido entregue ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, e os gastos da SAD esta época, foram algumas questões ainda respondidas pelo presidente.

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