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Destruição dos habitat incrementa risco de doenças em humanos

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A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que podem surgir mais doenças que passam de animais para humanos, como a covid-19, à medida que os habitats são devastados pela exploração da vida selvagem, práticas agrícolas insustentáveis ​​e mudanças climáticas.

Ao abrigo do Programa Ambiental da ONU (PNUMA), foi o estudo «Doenças Zoonóticas e como quebrar as cadeias de transmissão» divulgado a 6 de Julho pela diretora executiva do PNUMA, Inger Andersen, e o diretor geral do ILRI, Jimmy Smith, é referido que estes agentes patogénicos, conhecidos como doenças zoonóticas como o ébola, o MERS, o VIH e o vírus do Nilo Ocidental, têm vindo a aumentado devido à ação dos humanos sob os habitats naturais.

A ciência mostra «que, se continuarmos a explorar a vida selvagem e a destruir os nossos ecossistemas, podemos esperar um fluxo constante dessas doenças que passam de animais para humanos nos próximos anos».

O novo relatório recomenda que os governos adotem uma abordagem coordenada de ‘Saúde Única’, reunindo especialistas em saúde pública, veterinária e ambiental para combater os surtos de doenças zoonóticas.

Alguns animais, como roedores, morcegos, carnívoros e primatas não humanos, são mais propensos a abrigar doenças zoonóticas, com o gado a agir como uma ponte para a transmissão entre os hospedeiros e os humanos, apontou o relatório.

Enquanto isso, em algumas das regiões mais pobres do mundo, as doenças zoonóticas endémicas associadas ao gado causam mais de dois milhões de mortes por ano, no entanto a região de África, que respondeu com sucesso a uma série de epidemias zoonóticas, como o ébola, pode ser um local para encontrar soluções de controle de surtos de doenças homem-animal no futuro, acrescentou o documento.

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