Opinião

Desinvestimentos da governação de esquerda

Uma crónica de Pedro Janes

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Portugal atravessa e afunda-se numa fase repleta de desinvestimentos nas forças de segurança.

Todos os anos, orçamentos de estado com números crescentes, que pelo ano fora não se cumprem.

Os cidadãos são unânimes a confirmar que é decrescente a presença de polícia na rua, favorecendo o crescente de casos de desordem pública e vandalismo.

Os polícias por serem tão poucos quando chamados a uma ocorrência, veem em risco as suas vidas, são hostilizados e ridicularizados.

Mas as forças de segurança não se veem reduzidas apenas em número de efetivos e meios, estão também a perder força moral, por via das humilhações constantes.

Saindo das ruas e passando aos colarinhos brancos.

São consecutivos os arquivamentos de processos por falta de prova. Isto porque os que têm a responsabilidade de adaptar a legislação aos tempos atuais, não o fazem. Por vezes, estes mesmos envolvidos nas investigações.

O desinvestimento também é no ministério da justiça.

Não me refiro ao valor do salário dos juízes, mas sim, ao número insuficiente de funcionários, às reduzidas equipas de investigação, ao paupérrimo investimento em tecnologia e no digital.

Por fim o Portugal marítimo, um dos mais significativos, está cada vez mais desprotegido. Recentemente, tínhamos apenas um navio de patrulha oceânico, em atividade, estando os poucos restantes, em manutenção por falta de orçamento.

Junto à costa, policia-se com meia dúzia de navios que chegaram extremis, a ficarmos a zero, devido ao estado degradado e desatualizado dos anteriores. Poucos em número, tecnologia, capacidade e meios. Insuficientes para a exigência de tamanho mar, invadido pelo narcotráfico.

Portugal está de tanga, e este governo de esquerda, insiste em aplicar os parcos recursos do estado, sem visão estratégica, consumindo os impostos, com ações de contenção, sem reformas estruturantes.

Deixo aqui temas pertinentes.

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Porque ter PSP, GNR e Polícia Municipal?

Porque ter a costa patrulhada por mar pela GNR e Polícia Marítima?

Porque há consecutivos atritos institucionais entre as várias forças de segurança e sobreposição de responsabilidades?

Pense nisto!

Portugal Merece Mais.

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