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Deduzida acusação a gangue que assaltava postos de combustível e carrinhas de valores na margem sul

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O Ministério Público deduziu acusação, com intervenção de tribunal coletivo, contra cinco arguidos, indiciados pela prática de vários crimes de roubo agravado, furto qualificado, associação criminosa, condução sem habilitação legal, condução perigosa, detenção de arma proibida, falsificação de documentos qualificado e consumo de estupefaciente, em Almada, Seixal e Montijo.

Segundo uma nota publicada na Procuradoria Geral da República, os suspeitos formaram um grupo no final de 2019, com repartição de tarefas entre todos, destinado a realizar roubos a carrinhas de transporte de valores, com recurso a armas de fogo, para as quais não tinham qualquer autorização, por forma a obter elevadas quantias monetárias.

Até meados de Maio de 2020 marcavam encontros em dias, horas e locais determinados, dividiam-se por grupos e veículos, cujas matrículas alteravam, em algumas ocasiões.

Munidos de luvas, passa-montanhas, máscaras e armas de fogo, municiadas e prontas a disparar, circulavam pelas localidades escolhidas à espera de encontrarem carrinhas de transporte de valores.

Seguiam as carrinhas, vigiando-as, à espera do momento oportuno para abordarem os seguranças, mediante ameaça de arma de fogo, e se apoderaram dos valores transportados, o que lograram fazer, como veio a ocorrer junto de ATM’s de vários estabelecimentos comerciais e bombas de combustível de Almada, Seixal e Montijo, bem como em carrinhas de tabaco.

Foram apreendidas diversas armas de fogo, munições e quantias monetárias em montantes avultados, na sequência das buscas realizadas e um dos suspeitos é consumidor de produto estupefaciente que lhe veio a ser apreendido.

Os suspeitos não possuíam licença para a condução de veículos motorizados.

Os arguidos estão sujeitos, na sua grande maioria, à medida de coação de prisão preventiva, e outros à medida de coação de obrigação de permanência na habitação mediante meios de controlo à distância a cargo da DGRSP.

A investigação foi dirigida pelo Ministério Público de Almada do DIAP da Comarca de Lisboa, com a coadjuvação da Policia Judiciária-UNCT) e o processo está sujeito a segredo de justiça.

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