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De Rans a Palmela para apoiar Mário Baltazar

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Vitorino Silva (Tino de Rans), presidente do RIR – Reagir, Incluir, Reciclar, esteve este sábado em visita a Palmela em apoio à candidatura do cabeça-de-lista pelo partido à Câmara Municipal nas próximas autárquicas, Mário Rui Baltazar.

Recebido com efusões de alegria por quem o ia reconhecendo, ao Diário do Distrito, Tino de Rans afirmou que “já conhecia bem o concelho há vários anos, mas surpreende-me algum receio que as pessoas demonstram em interagir com os candidatos. Vi isso quando fui candidato a Presidente da República, e hoje também”.

Já no seu discurso de campanha, no Largo São João, Vitorino Silva referiu a necessidade de “demonstrar à população que a democracia existe. É a primeira vez que o RIR se candidata em Palmela, mas aqui iremos fazer história, porque é um partido fresco e novo, com começos humildes tal como quando eu me candidatei a presidente da Junta de Freguesia de Rans, e a quem os meus eleitores deram o beneficio da dúvida.

Em Mário Baltazar reconheço o mesmo querer que eu tive, pelo que acredito nele e na sua equipa, sendo como é uma pessoa querida e conhecida, em quem as pessoas confiam, e sei que irá dar o seu melhor pelo concelho.”

Acerca da presença do RIR nas autárquicas, Vitorino Silva frisou que “estamos a concorrer em todo o país, embora não em todas as câmaras, até na Madeira, e esperamos que também possamos concorrer nos Açores.

Em Palmela fico muito contente que seja o Mário Rui Baltazar que irá concorrer e terei muito orgulho em dizer que foi a primeira Câmara Municipal conquistada pelo RIR e que poderá ficar na história do partido.”

Ficou ainda a promessa de “não fazer aqui a festa no dia 26 de Setembro, quando vencermos, mas sim daqui a 12 anos, quando o Mário Baltazar completar os três mandatos”.  

«É preciso reciclar esta política desgastante»

Para Mário Baltazar “esta é uma candidatura de alternativa, para desenvolver o concelho onde nasci e cresci. Este território é um autêntico diamante, mas a que falta esculpir algumas arestas, sobretudo depois da política de desgaste da CDU ao longo destes anos.”

As críticas do candidato foram apontadas à maioria da CDU, “que não sabe ouvir a população, num concelho que tem tudo para crescer, mas que tem sido mal aproveitado por um partido que apenas vê os seus interesses”, mas também aos restantes partidos da oposição.

“Temos um comércio local que sofre de estagnação por causa da CDU com o aval de todos os restantes partidos, PS, PSD/CDS e MIM. É preciso reciclar esta política desgastante, e é essa a razão da minha candidatura.”

Citando depois alguns aspectos que necessitam de melhoramentos, “como a rede de saneamento, a rede viária e de transportes, a promoção do património de cada freguesia e dos centros históricos, bem como a recuperação de casas para famílias  com mais carências, avançar com a conclusão da variante 252, construção de mais parques infantis, pôr fim à falta de democracia nos serviços camarários, a conclusão de mais equipamentos de saúde, que não sendo ainda da responsabilidade da Câmara Municipal, esta pode sempre fazer pressão no Governo em nome da população.

Estas são as razões da minha candidatura, com uma equipa motivada, e na qual não prometemos o que não podemos cumprir, mas iremos trabalhar pela população, com a participação de todos, e não estando com os moradores uma vez por ano em semanas descentralizadas.”

Mário Baltazar frisou ainda a “necessidade de não deixar sair de Palmela a sede Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal, para a qual podia servir o abandonado e saqueado edifício da igreja de Sao João Baptista.

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Não podemos baixar os braços. Estamos conscientes de que o percurso será longo e com várias armadilhas. Mas somos a alternativa do povo e o concelho precisa de nós.”


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