Atualidade

Criada nova associação na defesa da Escola Pública

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Foi recentemente criada a ATEP – Associação Todos pela Escola Pública, que reúne representantes de várias associações de pais e encarregados de educação que integraram o MESA – Movimento Escolas Sem Amianto, e representantes de várias outras associações e movimentos da sociedade civil.

O objetivo da ATEP é contribuir para a defesa e o reforço da Escola Pública enquanto garante maior e constitucional da universalidade do ensino em Portugal.

Dos órgãos sociais fazem parte, além do presidente André Julião, coordenador do MESA, figuras como Íria Roriz Madeira, membro da associação ambientalista ZERO que se destacou na defesa da remoção do amianto das escolas de todo o país, Miguel Azevedo, responsável pelo Movimento Cidadão Diferente, Pedro Faria, dirigente do STSSSS – Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Solidariedade e Segurança Social ou Eduardo Couto, coordenador da plataforma de apoio a estudantes Quarentena Académica.

A associação propõe-se representar a comunidade educativa perante todos os organismos da tutela «abordando temas que persistentemente têm sido deixados para trás pela maioria das entidades responsáveis pela Escola Pública, tendo sempre como base os princípios da igualdade, da equidade, da acessibilidade, da cooperação e da construção comum» explica André Julião, presidente da associação, em comunicado.

Estão incluídos neste âmbito diversos temas, como a requalificação do parque escolar; equipamento e informatização das escolas; universalização do acesso às novas tecnologias e à Internet; necessidades de formação e valorização do corpo docente e não docente; valorização dos profissionais das comunidades educativas; intervenção cívica dos alunos; acessibilidades e transportes públicos; melhoria de condições para o ensino especial e a inclusão; melhoria do fornecimento de refeições escolares, agilização da ação social escolar e desenvolvimento do ensino profissional.

«A ATEP procurará criar sinergias e pontes com outras organizações do setor – sindicatos, associações de estudantes, associações de pais e outras – sempre que se justifique e procurando atingir objetivos pelo diálogo com a tutela. Não deixando nunca de exigir respostas através de todas as formas de intervenção cívica ao dispor, sempre que seja justo e necessário», acrescenta o responsável.

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