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COVID-19: Profissionais de saúde demitem-se em massa da Suécia. País pondera pedir ajuda

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A Suécia está a enfrentar graves problemas devido aos elevados números da pandemia covid-19 e à demissão de profissionais de saúde, essencialmente enfermeiros.

“A situação dos cuidados de saúde é muito tensa em várias partes do país, mas temos uma capacidade disponível a nível nacional para satisfazer as necessidades neste momento”, explicou Johanna Sandvall, chefe do gabinete de crise da Suécia.

Apesar das declarações, Johanna Sandvall reconhece a gravidade da situação e a dificuldade de destacar profissionais de saúde: “Trata-se de pessoal que já trabalha como enfermeiros ou médicos numa região, mas se utilizássemos o sistema de oficiais na reserva para que as Forças Armadas apenas chamassem as reservas e as colocassem em algum lugar, estaríamos apenas a criar um buraco que as regiões não conseguem controlar”.

O Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar da Suécia já iniciou as diligências sobre a melhor forma de ajudar a Suécia ao abrigo do acordo de saúde pública com outros países nórdicos.

“Há alguns dias, iniciaram-se os primeiros contactos com os outros países nórdicos, para que tenham consciência de que este ainda é um acordo válido, caso surja a necessidade”, explicou o responsável pela coordenação da capacidade de cuidados intensivos, Göran Karlström, ao jornal The Telegraph.

O pedido oficial de ajuda da Suécia ainda não chegou, mas os países nórdicos estão prontos para ajudar: “Não recebemos um pedido oficial de ajuda, mas avaliamos diariamente a situação hospitalar e estamos, naturalmente, prontos a ajudar a Suécia se pudermos”, admitiu Kirsi Varhila, secretária permanente do Ministério dos Assuntos Sociais e Saúde da Finlândia.

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