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‘Corte-Real’ regressa a Lisboa após ter sido navio-almirante da Força Naval da NATO

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A fragata ‘Corte-Real’ regressa a Lisboa amanhã, dia 15 de dezembro, após cinco meses e meio de missão como navio-almirante do «Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG1)».

Desde o dia 30 de julho que a ‘Corte-Real’ se encontrava como navio-almirante do SNMG1, e nela embarcou o Comandante da Força, Comodoro Vizinha Mirones, também da Marinha Portuguesa e o seu Estado-Maior internacional.

O SNMG1 é uma das quatro forças navais permanentes da NATO, destinadas a contribuir para a defesa coletiva, apoiando o esforço contínuo de dissuasão e segurança.

Sob o Comando português, o SNMG1 integrou navios de nacionalidade canadiana, belga, francesa, dinamarquesa e inglesa.

Ao longo de 165 dias de missão e 2350 horas de navegação, o navio português contribuiu ativamente para a segurança e conhecimento situacional marítimo nas áreas do Atlântico Norte, Mar do Norte, Mar Báltico e Mar da Noruega, inclusive navegando a Norte do Circulo Polar Ártico, refere o comunicado da Marinha Portuguesa.

Além do empenhamento em operações reais, participou em vários exercícios internacionais, nomeadamente o JOINT WARRIOR 202, ORCA 20 e o FLOTEX 2020. Destaca-se ainda o embarque, inédito, de um destacamento de helicópteros da Marinha Alemã, com uma aeronave Lynx MK88A, que operou a bordo durante, aproximadamente, três semanas.

A ‘Corte-Real’ irá atracar no Terminal de Cruzeiros de Lisboa, acompanhada pelo navio canadiano ‘HMCS Toronto’ e terá uma cerimónia de receção ao navio presidida pelo ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, estando igualmente presentes o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Mendes Calado, e o Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, Tenente-General Marco Serronha, entre outras entidades civis e militares.

Portugal irá entregar o Comando do SNMG1 ao Canadá no próximo dia 18 de janeiro, na Base Naval de Lisboa.

A fragata “Corte-Real” é comandada pelo Capitão-de-fragata António Jacinto Coelho Gomes e possui uma guarnição de 180 militares, incluindo duas equipas do pelotão de abordagem do Corpo de Fuzileiros, uma equipa de mergulhadores-sapadores e uma equipa médica.

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