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Combustíveis | Apetro atribui subida de preços à incorporação de biocombustível e impostos

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Segundo a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas, «a explicação para o aumento do preço está no sobrecusto da incorporação de biocombustível e sobretudo na carga fiscal», numa altura em que o nível atual de preços nos combustíveis é  superior a 2008, ainda que a cotação do petróleo seja inferior.

«Especula-se bastante porque é que estando a cotação do petróleo e dos refinados muito abaixo dos valores de pico de 2008, os preços de venda nas bombas são superiores a esse período» refere a diz a Apetro em comunicado.

E neste conclui que «a explicação para o aumento do preço está no sobrecusto da incorporação de biocombustível e sobretudo na carga fiscal (ISP — Imposto Sobre Produtos Petrolíferos e ao IVA — Imposto sobre o Valor Acrescentado)».

Os dados da Apetro mostram que no período em causa em 2008, a gasolina estava com um preço de 1,517 euros e em 2021 de 1,652 euros, com a cotação a descer e os impostos a subir, bem como os custos com incorporação de combustível.

O gasóleo tem um comportamento semelhante, tendo um preço médio de 1,419 euros em 2008 e de 1,448 euros em 2021, mas com uma redução mais expressiva na cotação e aumentos maiores em impostos e custos com incorporação de combustível.


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