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CIMAL discorda da verba do Governo para os transportes

A CIMAL transmitiu o "problema da possibilidade de rutura financeira" ao Governo devido aos passes mensais de 40 euros.

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A CIMAL, constituida pelos presidentes dos municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines, reuniu-se com o governo para transmitir o “problema da possibilidade de rutura financeira, por parte dos cinco municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral, pelo facto de se encontrarem a financiar o operador Rodoviária do Alentejo, neste período de pandemia”.

Em nota divulgada pelo município de Alcácer do Sal, a CIMAL relembrou que “para benefício das populações, estes cinco municípios têm vindo a garantir, através de transferências financeiras para a Rodoviária do Alentejo, os passes mensais cujo valor não ultrapassa os 40 euros.

O Município de Alcácer do Sal assegura ainda o pagamento do passe gratuito para todos os alunos do ensino secundário, que residam a mais de três quilómetros do estabelecimento de ensino”.

O Governo informou que “dos 94 milhões de euros que tem disponíveis no Orçamento Suplementar, para apoiar os défices das operações de transportes públicos, o Litoral Alentejano, através da CIMAL, só terá direito a 50 mil euros“, um valor que a CIMAL discorda.

Além disso, a maioria da verba será transferida para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, o que indignou os responsáveis presentes, pois “no Litoral Alentejano há ausência de transporte de passageiros e o modo rodoviário é a única oferta existente”. Sublinharam ainda que estão “num território de enorme dimensão, onde se encontram os dois mais extensos concelhos do país“.

Apesar de discordar das medidas do Governo, a CIMAL vai continuar a proporcionar passes com um valor máximo de 40 euros para quem necessite.

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