Rubrica

China, o maior vilão da história da humanidade…

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É inevitável, nos tempos que correm, falar de outro tema que não o Covid-19 (ou Coronavírus, é como o freguês preferir…).

O mundo está em alerta constante com este malvado vírus que está a ceifar vidas como se não houvesse o amanhã. Apesar de estarmos apenas em Abril, a verdade é que não há dúvidas de que a “palavra do ano” está há muito escolhida. O mundo não estava preparado para algo desta dimensão. Aliás, existe um país que aparenta estar há muito preparado para algo tão aterrador como o Coronavírus ­­— falamos obviamente da China.

É certo e sabido que o vírus apareceu na China. E é certo e sabido que é a China que está a lucrar com o vírus. Enquanto todos os países estão a lutar contra o vírus, ficando praticamente com as suas economias estagnadas, a China vai faturando à grande sem dó nem piedade naquilo que parece ser uma verdadeira jogada de mestre, disponibilizando-se ao mundo de uma forma bastante prestável.

“Olá, nós somos a China. Amigos, vós precisais de máscaras? Nós ter. Quantas precisam? Nós fabricar e vender a preço de amigo.”

“Amigos, vós precisais de luvas? Nós ter. Quantas precisam? Nós fabricar e vender a preço de amigo.”

“Amigos, vós precisais de ventiladores? Nós ter. Quantos precisam? Nós fabricar e vender a preço de amigo.”

Pode-se dizer que, actualmente, a China é uma enorme loja do chinês a que todos os países devastados pelo Covid-19 correm a adquirir material. A ironia disto tudo é que, por mais que isso esteja esquecido, foi na China que surgiu o Coronavírus. Ou seja, a China neste momento está a servir ao mundo material para combater o vírus, depois de ter servido de bandeja o coronavírus a quem o quisesse agarrar sem saber que o estava a fazer, obviamente.

Pode-se dizer que a China, neste momento, é aquele vilão dos filmes de super-heróis que, como não tem um super-herói à altura para o enfrentar, está a arrebatar tudo sem dó nem piedade. Não apreciamos este filme. Gostamos mais do paradigma habitual neste tipo de enredo, em que surge um Batman ou um Super-homem para tratar da saúde ao vilão.

Aos poucos e poucos a China vai tomando conta do mundo sem que ninguém se aperceba realmente disso. As empresas chinesas têm aproveitado para adquirir acçôes de empresas europeias ao preço da uva mijona. Quer-nos cá parecer que, no final desta pandemia, quando o nevoeiro finalmente se dissipar, a imagem que vai surgir será a de um chinês que, quando tiver toda a atenção virada para si, irá soltar um estridente: “Muahahahahahahahahah!”

Enfim, é o que temos…

 

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Texto escrito por Gil Oliveira e Ricardo Espada

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