China emite alerta para caso suspeito de peste negra

Depois de ter sido descoberto um foco de peste negra numa cidade chinesa, aquele país emitiu um alerta nível 3 que vai permanecer em vigor, até ao fim deste ano, com o objetivo de prevenir e controlar possíveis surtos de peste bubónica

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Foi emitido hoje (6) um alerta de saúde de nível 3, vindo de uma cidade do norte da China, devido a um possível foco de peste bubónica (peste negra). Este alerta é o segundo mais baixo, na escala do país asiático.

A Comissão Municipal de Saúde da cidade de Bayannur, região autónoma da Mongólia Interior, revelou esta segunda-feira que um pastor foi internado num hospital local, onde foi diagnosticado com a doença. O doente permanece isolado e em condições “estáveis”.

O estado de alerta 3 vai permanecer em vigor, até ao final do ano, para que possa assim ser prevenida e controlada situações de surtos de peste bubónica.

A peste negra como é conhecida, foi uma das pestes que mais dizimou a população europeia nos séculos XVII e XIX.

O executivo municipal da cidade já emitiu um comunicado onde pediu aos cidadãos que sejam mais cautelosos na prevenção do contágio entre seres humanos e exigiu ainda que não sejam consumidos animais que possam causar a infeção.

Já a Comissão Municipal de Saúde pediu para que não sejam consumidos marmotas ou outros animais que possam transmitir o vírus. A menção às marmotas deve-se a dois casos, dois irmãos que estão hospitalizados com a doença depois de terem comido carne de marmota.

Os animais e outros pequenos mamíferos carregam consigo pulgas infetadas com a bactéria yersinia pestis, que causa a peste bubónica e pneumónica.

No caso da peste negra, os sintomas geralmente desenvolvem-se ao fim de um a sete dias e, sem tratamento com antibióticos, a doença terá uma taxa de letalidade entre os 30 e 60%.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os países mais afetados com a doença são o Madagáscar, República Democrática do Congo e Peru.

 

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