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Chega diz chega…”o Distrito de Setúbal está esquecido há 47 anos!”

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Em contagem descrescente para as eleições legislativas de 30 de janeiro, todos os partidos políticos andam na rua em ações de campanha, ou em reuniões e visitas a empresas e instituições.

No caso do Partido Chega, a comitiva de Bruno Nunes, Cabeça de Lista pelo Círculo de Setúbal, tem passado pelos quatro cantos do Distrito, com paragens nos Bombeiros Voluntários, mercados municipais ou grandes superfícies comerciais, estações ou terminais de transportes, como aliás aconteceu na estação ferroviária de Pinhal Novo.

Esta sexta-feira, Bruno Nunes, esteve reunido com a Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, altura em que o candidato do Chega tirou algumas conclusões, sobretudo no que toca ao transporte versus escoamento de produtos ou matérias.

À conversa com o Diário do Distrito, o Cabeça de Lista por Setúbal às legislativas 2022, explicou o quão considera ser importante “ver na Assembleia da República uma discussão sobre o papel do Distrito, e pensar na economia que se quer para esta região”. “O Porto tem que ser repensado, e não vale a pena melhorar, enquanto o Governo não decidir o que quer. Temos aqui uma porta de entrada no país e sobretudo na Europa que não está a ser aproveitada”, disse.

Bruno Nunes criticou o fato de “nos dias de hoje a discussão em torno dos transportes e da evolução se centrar no novo aeroporto”, e sublinhou “a importância que a ferrovia sempre teve no desenvolvimento da economia, e sobretudo no transportes de mercadorias e bens”.

Sobre a economia local, “replicar a Autoeuropa”, poderia ser a chave: Bruno Nunes acredita que “é essencial cativar os privados, dar-lhes condições de desenvolvimento, ser e ter espaços atrativos, como é exemplo a cidade de Setúbal”. O candidato do Chega acrescentou o quão seria interessante e importante “a criação de clusters à volta destes portos, e em locais estratégicos, para trazer novas tecnologias, e atrair outras áreas económicas”.

Bruno Nunes: “A margem sul contínua a ter estigma…”

Evidenciando algumas preocupações, e que fazem parte do plano de campanha do Partido Chega para o Distrito de Setúbal, Bruno Nunes lembrou que “a margem sul contínua a ter estigma”, e que “o distrito está esquecido há 47 anos”. O candidato sublinhou que ” a região tem muita coisa boa, mas depois há um sem número de ocorrências e problemas que ofuscam tudo o resto”, frisou.

Em declarações ao DD, o cabeça de lista pelo Círculo de Setúbal, destacou o Hospital do Seixal como sendo “uma pedra no sapato” e lembrou o que se passa diariamente no Samouco: “o que acontece com os mariscadores é um crime”, explicando que se trata da “saúde pública de todos nós, e de abusos sobre os cidadãos…”

Em jeito de remate, Bruno Nunes lembrou ainda que “o distrito de Setúbal é imenso, e que as regiões são díspares: têm culturas e tradições diferentes e que precisam de ser respeitadas, pelo que é interessante pensar em municipalização, em vez de regionalização, e assim poder preservar a traça de cada cidade ou vila”.

Apenas acrescentar que o jantar de fecho de campanha irá decorrer na margem sul, e contará com a presença do líder nacional, André Ventura. Um evento agendado para o dia 28 de janeiro, no restaurante Acordeon no Barreiro.

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