Política

Chega acusa Mamadou de ser “racista” e de “desrespeitar os portuguesas e continuar impune”

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O Chega apresentou uma queixa contra o ativista antirracismo Mamadou Ba à Procuradoria-Geral da República por “ofender gravemente a memória de pessoa falecida”.

O crime é punível com seis meses de prisão é referente às publicações de Mamadou Ba no Twitter sobre o tenente-coronel Marcelino da Mata.

O Chega acusa Mamadou Ba de ser “notoriamente racista” e de “desrespeitar os cidadãos e instituições portuguesas e continuar impune” (…), mais uma vez, ao insultar aquele que foi e sempre será um exemplo de lealdade à bandeira nacional, de amor à nação portuguesa e de respeito pelos princípios de uma democracia constitucional”.

E diz que “denunciará, ainda hoje, à PGR o comportamento do dirigente da SOS Racismo que, sublinhe-se, é suscetível de configurar o crime previsto no artigo 185.º do Código Penal que determina, no seu n.º 1, que ‘quem, por qualquer forma, ofender gravemente a memória de pessoa falecida é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias”, diz o comunicado do Chega.

O partido de André Ventura diz que Mamadou tem um historial de “atacar a polícia portuguesa, apelidando-a de ‘bosta’, e de ter apelado à ‘morte do homem branco'”.

“O percurso ativista do antigo assessor [parlamentar] do BE tem sido marcado por constantes declarações de incitamento ao ódio contra as autoridades e instituições portuguesas, ao mesmo tempo que mostra um total desrespeito pela cultura e tradições do país que tão bem o acolheu”, continuam.

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