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CGD vai encerrar mais 23 agências em Agosto e três são na margem sul

A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem em lista 23 agências para encerrar durante o mês de agosto, conforme uma denuncia do Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do grupo CGD (STEC).

O STEC alerta para que a maioria dos balcões a encerrar, no dia 26 de Agosto, serão nas regiões de Lisboa e Porto, mas também a margem sul vai ter três balcões encerrados.


Na margem sul vão fechar as agências da Quinta da Lomba na Avenida Escola dos Fuzileiros Navais, no Barreiro, a de Corroios na Avenida 25 de Abril e a do Pragal, na Rua Frederico Pinheiro.

Na região de Lisboa estão sinalizadas para encerrar as agencias da Rua Luís Camões, em Alcântara, a da Rua Cardeal Mercier, no Bairro de Santos, nas Avenidas Novas, a da Praça de Londres, a da Avenida António Augusto Aguiar, a da Avenida Afonso Costa, no Areeiro, a da Avenida Duque de Loulé, a do Píncipe Real e a da Rua Francisco Manuel de Melo, na zona das Amoreiras. Os presidentes das juntas de freguesia de Alcântara e das Avenidas Novas já protestaram contra esta decisão da CGD.

Também na Área Metropolitana de Lisboa podem vir encerrar as agências de Algueirão-Mem Martins, na Estrada do Algueirão em Mem Martins, a de Mina-Amadora, na Rua de Olivença na Amadora, o balcão de Alfragide na Avenida Quinta Grande, na Amadora.

Em Coimbra está previsto encerrar a agência Arnado na Avenida Fernão de Magalhães e em Ílhavo a agência da Gafanha da Nazaré, e no Porto vão fechar portas os balcões do Amial, na Praça 9 de Abril, a do Parque de S. João, na Estada da Circunvalação, e a de Lordelo, na Rua de Campo Alegre, além dos balcões de Geifães, na Maia, e a de Lobão. 

Em comunicado o STEC considera que «com estes encerramentos, de que se desconhecem outros motivos que não seja a intenção de reduzir despesas. Não podemos deixar de registar, em simultâneo, um inevitável congestionamento dos restantes balcões dessas áreas, apesar destes já não conseguirem atualmente dar uma resposta adequada ao serviço».

Nos últimos dez anos (entre 2012 e 2022) a CGD já encerrou cerca de 300 agências e reduziu o número de trabalhadores em 3.300, e por outro lado, no primeiro semestre de 2022 o banco público registou um lucro de 486 milhões de euros.


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