CDS Sesimbra propôs consenso político sobre estruturas publicitárias recusado pela CDU e BE

O CDS-PP Sesimbra propôs alterações ao regulamento de elementos de estruturas publicitárias no concelho, que foram recusadas pela CDU e BE.

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Em nota de imprensa, o presidente da Concelhia do CDS-PP Sesimbra, João Casaca, dá conta da proposta do partido sobre a remoção de estruturas partidárias no concelho.

«Em reunião de dia 28 de Março de 2018 às 18 horas nos Paços do Concelho de Sesimbra todos os partidos políticos com assento nos órgãos autárquicos e com expressão local foram convocados pela Câmara Municipal para determinar, mediante o previsto no nº1 do artº 4º da Lei nº97/88 de 17 de Agosto, os prazos e condições de remoção dos meios de propaganda eleitoral utilizados, tendo-se determinado um período de 60 dias depois do acto eleitoral para o efeito.

Aproveitando o consenso em relação ao prazo para a remoção de propaganda eleitoral o CDS-PP Sesimbra propôs que este consenso fosse também alargado à utilização e remoção das estruturas publicitárias – mupys e outdoors – atendendo a várias solicitações da população e organizações de comércio e restauração de forma a melhor dignificar as forças políticas que as utilizam e o Concelho de Sesimbra, nomeadamente: a retirada de estruturas publicitárias de propaganda politica das zonas nobres do Concelho e da Vila de Sesimbra – marginal e centro-histórico; a retirada e proibição de afixação de estruturas publicitárias em canteiros e espaços ajardinados, e a utilização de árvores e outros compostos vegetais para o suporte destas estruturas; e a remoção e substituição de estruturas publicitárias de propaganda politica que se encontram devolutas, danificadas e semidestruídas e que continuam constantemente a receber nova publicidade.

Estas preocupações e propostas expostas pelo CDS-PP de Sesimbra, no sentido de melhorar e dignificar a prática politica bem como os espaços do Concelho num caminho de verdadeiro desenvolvimento estético e turístico, foram recusadas pela CDU que afirmou não se rever nestas preocupações, e pelo Bloco de Esquerda que considerou estas medidas um condicionar da actividade de propaganda politica.»

 

 

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