Autárquicas 2021Moita

CDS repudia tentativas de agressão e ameaças de “capangas” a Fernando Negrão na Moita

A Distrital de Setúbal do CDS repudiou os episódios de tentativas de agressão e ameaças a Fernando Negrão no sábado.

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A Distrital de Setúbal do CDS repudiou os episódios de tentativas de agressão e ameaças a Fernando Negrão no sábado, enquanto decorria a apresentação da candidatura da coligação “MERECEMOS MAIS” à autarquia da Moita, que congrega PSD, CDS, Aliança, ADN, MPT e PPM.

Eis a nota emitida:

“No decorrer da cerimonia, mais concretamente durante o discurso do Vice-Presidente do CDS, o Dr. Pedro Melo e quando denunciava a maior falácia do PCP e da extrema esquerda: – Intitularem-se os defensores dos mais desfavorecidos e da classe trabalhadora e depois termos gritantes números de pobreza na Moita, desemprego galopante e total falta de perspetivas de futuro para os jovens, com uma meia dúzia de capangas que vigiavam o evento, um deles aproximou-se, iniciou uma série de insultos, ameaças intimidatórias e, não se contendo, partiu para a “acção” com um grupo de apoiantes e dirigentes partidários que assistiam ao evento visando diretamente o Vice-Presidente da assembleia da República, Fernando Negrão“, pode ler-se.

Segundo o CDS, “isto revela, que passados 47 anos da Revolução de Abril, na Moita, o 25 de Novembro de 75 ainda não se materializou e a democracia é vista como “propriedade” de uns quantos. NÓS NÃO TEMOS MEDO! O CDS-PARTIDO POPULAR no distrito de Setúbal e da concelhia da Moita declaram o seu mais veemente repúdio por este acto atentatório à democracia e ao direito de livre expressão de cidadania e mais declaram que estas atitudes apenas reforçam a nossa convicção de lutar sempre e com todas as nossas forças pela liberdade e prosperidade de TODOS.

47 anos depois ainda não nos libertamos daqueles que, terminado o regime fascista o queriam substituir por outro. 47 anos depois ainda não nos libertamos de quem defende o pensamento único e que defende a perseguição dos que querem pensar e agir diferente. Mais que nunca é importante elevar a voz em defesa da Liberdade e da Democracia, da Prosperidade e Igualdade de oportunidades para todos e, acima de tudo, da Meritocracia. Mais que nunca devemos perguntar: COMUNISMO ou LIBERDADE?”, questionou o partido.


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