CDS-PP questionou Governo sobre Escola Básica usada como ‘estaleiro de obras’ no Seixal

O CDS questionou o Governo sobre obras na EB Quinta de N.ª Sr.ª do Monte Sião, Arrentela, que acolheu ainda atividades do IFC Torrense durante a preparação para o Congresso da CGTP-IN.

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A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa questionou o ministro da Educação sobre as obras que decorreram na Escola Básica Quinta de N.ª S.ª do Monte Sião, Seixal, «para acolher as atividades e utentes do IFC Torrense e que estão a ser realizadas durante o horário de funcionamento da escola, situação que terá deixado em perigo a comunidade escolar».

Segundo a deputada, estas actividades estão a ser realizadas durante o horário de funcionamento da escola, situação que terá deixado em perigo a comunidade escolar e questiona ainda se o ministro considera que estavam reunidas todas as condições de segurança para que as crianças pudessem continuar a frequentar a escola durante as obras.

Em comunicado, o Grupo Parlamentar do CDS afirma que «recebeu uma queixa de vários encarregados de educação de alunos da Escola Básica Quinta de Nossa Senhora do Monte Sião, Arrentela, Seixal, afirmando que estes foram prejudicados, e estiveram em perigo, durante as obras realizadas no estabelecimento de ensino para receber os utentes do IFC Torrense, cujo pavilhão serviu para acolher o último congresso da CGTP-IN – o que justificou que a escola albergasse as atividades do Torrense e que fosse usada como ‘estaleiro’ de obras.

Segundo acusam, as obras para albergar as atividades habituais do IFC Torrense decorreram em pleno horário escolar e com imenso ruído.

Os encarregados de educação dizem que as crianças foram expostas a vários perigos, com risco de ocorrer incidentes graves, pois circularam empilhadores, camiões e materiais pesados dentro do recreio.

Sem esquecer os portões abertos, sem vigilância, que permitiram a circulação na escola de qualquer pessoa.

Acusam ainda a Câmara Municipal do Seixal, a CGTP-IN e o Agrupamento Nun’Álvares de não terem tido em consideração os alunos.

Queixam-se que ninguém foi consultado sobre esta situação, e que foram informados, apenas muito fugazmente, durante as reuniões de avaliação dos seus filhos.

Recordam, ainda, que as obras de requalificação que ocorreram recentemente deixaram muito a desejar e o que realmente era necessário, continua na mesma.»

 

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