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CDS-PP Almada saúda apoio da autarquia de um milhão de euros para empresários

Câmara de Almada implementa proposta do CDS-PP para apoiar actividade comercial

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A Concelhia de Almada do CDS-Partido Popular enviou às redações uma nota de imprensa na qual saúda a proposta da Câmara Municipal de Almada no que respeita ao apoio financeiro a atribuir com urgências à actividade económica e comercial do concelho para colmatar os prejuízos causados pela pandemia.

O CDS-PP relembra também que desde o início da pandemia havia apresentado uma proposta nesse sentido, junto da autarquia.

«Já em Maio do ano passado, o CDS-PP Almada fez chegar à Câmara Municipal um conjunto de 31 propostas de recuperação económica para o concelho, onde se incluía o apoio financeiro às empresas, nomeadamente, aos micro e pequenos comerciantes/empresários que viram os seus negócios, muitos deles familiares, em grandes dificuldades devido à crise pandémica» refere a nota.

O CDS-PP defende que, além das «muitas medidas e dos planos que a autarquia tem vindo a implementar no contexto da saúde e da acção social no concelho», mas que deveria ser dado «um apoio mais incisivo junto da actividade comercial tal como outros benefícios e incentivos para que o impacto na economia fosse o menor possível».

Os centristas de Almada saúdam o facto de a autarquia ter dado «o tão desejado passo em frente, implementou e foi de encontro à proposta do CDS-Partido Popular que reforçou a sua proposta na reunião no âmbito do Estatuto da Oposição».

Entende o CDS-PP Almada «que 1 milhão de euros de auxílio ao comércio local, é uma verba considerável para fazer face às dificuldades» e esclarece que esta deve ser «revista consoante as necessidades, considerando que ainda é muito cedo para tirar conclusões acerca das dificuldades e do impacto geral e abrangente que a pandemia trará, devendo as autarquias estar preparadas para reforçar esse apoio».

A proposta do CDS-PP Almada vai para que os apoios sejam atribuídos em complemento com os demais apoios e programas de recuperação do Estado, «com critérios e objectivos bem definidos e com um verdadeiro plano estratégico de apoio conjunto e integrado à economia local».

Defende ainda que «este apoio à actividade comercial privada deve ser o mote para a requalificação económica local e não no mero e investimento público, considerando que o sector que mais está a perder com a pandemia são as empresas privadas que movem e dinamizam em grande parte toda a actividade económica e que há que preservar».


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