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CDS-PP Almada questionou autarquia sobre aquisição dos terrenos da Margueira

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O deputado municipal do CDS-PP Almada, António Pedro Maco, endereçou um requerimento à Câmara Municipal de Almada a questionar sobre o decurso do concurso de aquisição dos terrenos da ex-Lisnave na Margueira em Cacilhas.

No comunicado enviado às redações pode ler-se que o CDS-PP questionou «em que ponto está o concurso público internacional para a aquisição dos terrenos da Margueira, Cacilhas, Almada, pois como é do domínio público, o concurso foi adiado sem nova data segundo a Baía Tejo.

O CDS-Partido Popular pretende saber em concreto por parte da CMA «sendo esta parte interessada e comparticipada se tem conhecimento do estado do processo de compra, aquisição e reabilitação dos terrenos da antiga Lisnave situados na Margueira incluindo as perspectivas no que toca ao início do projecto em apreço?

Entende ainda o CDS-Partido Popular em Almada a dinamização e concretização da reabilitação do espaço da Margueira, deve passar por uma estratégia de desenvolvimento de novas centralidades ao dispor dos almadenses que há muito que merecem ver o seu concelho reabilitado por forma a usufruírem do espaço público a que têm direito.

‘Não sabemos quando a situação ficará definida, uma vez que a Baía Tejo não deu explicações precisas acerca de uma nova data’ frisou o António Pedro Maco.

O CDS-Partido Popular Almada entende que são precisos mais esclarecimentos sobre a matéria.»

A denominada ‘Cidade da Água’ foi apresentada como «a maior requalificação urbana a seguir à Expo98, localizada em Cacilhas concretamente na zona da Margueira nos antigos estaleiros da Lisnave, para a concretização de uma enorme infraestrutura de urbanização comportando espaços de habitacionais, comerciais, para cultura, lazer e desporto, incluindo ainda dois equipamentos públicos, a saber, uma marina e o terminal fluvial mais um interface para o metropolitano de superfície.

O projecto estimado num total global de cerca de dois mil milhões de euros em financiamento, demonstra bem a amplitude e a envergadura das dimensões da infraestrutura, que trará à cidade e à grande Lisboa, uma significativa concentração de pessoas e bens tornando-se uma verdadeira nova centralidade aproximadamente com 630 mil metros quadrados.»

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