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CDS-PP Almada quer planos municipais para economia local pós-covid19

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Em comunicado enviado às redações, a presidente da Concelhia de Almada do CDS-PP, Sara Machado Gomes, defende que «é crucial que as autarquias, incluindo a de Almada, devam trabalhar de imediato num plano conjunto com todas as forças vivas do município e com interesse na matéria, para que o impacto negativo na economia e emprego local, seja o menor possível e que não acarrete vastos danos quer às empresas criadoras de emprego quer às famílias como consumidoras».

No caso específico do concelho de Almada, considera que é necessário realizar o ponto dda situação na matéria, «para logo de seguida elaborar-se um exaustivo levantamento nas questões relativas à economia, sentir o pulso às empresas e verificar o estado em que as mesmas se encontram tal como o número de empresas que entraram em falência e não têm capacidade para laborar mais, e também, o impacto que a crise despoletou ao nível do desemprego no concelho.

Estes passos devem ter como objectivo encontrarem-se soluções de revitalização do tecido empresarial em Almada em conjunto com todos os parceiros e demais interessados em que a economia possa ter um considerável incremento num curto espaço de tempo.»

Segundo o CDS-PP, «o concelho de Almada pode-se fazer valer de bons recursos quer naturais quer humanos ou mesmo pela extrema proximidade com a capital do país, o que facilita a mobilidade quer de pessoas que de escoamento de produtos, tendo ainda bons recursos humanos com uma população com um bom nível de instrução, boas escolas técnicas, universidades de renome e gente trabalhadora.

É preciso de momento e com urgência um plano multidisciplinar que possa abarcar os recursos e todas as áreas possíveis de investimento, para que em conjunto e de forma coordenada se crie espontaneamente um grande cluster, capaz de dar respostas às dificuldades que sairão da crise de saúde pública que fez parar repentinamente a economia e o dia-a-dia dos almadenses.

Só desta forma, antecipando já vários cenários e preparando na prática um plano adequado de reconversão da economia e do emprego, se pode mitigar os inevitáveis danos decorrentes do estado de emergência decretado em Março.»

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