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CDS-PP Almada quer maior apoio da autarquia a micro e pequenos empresários

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Num comunicado, a Concelhia de Almada do CDS-PP reage à aprovação em sessão de Câmara do Plano Almada Solidária, que visa combater as carências sociais das famílias em resultado do surto de covid19, mas exige mais apoios para as empresas do concelho.

O CDS-Partido Popular Almada reconhece e corrobora da importância que o Plano Almada Solidária (PAS), no valor de 5 milhões de euros programados entre o presente ano e o próximo, «no auxílio às suas carências alimentares, no acesso a medicamentos, na sua protecção individual com a distribuição de máscaras, na disponibilização de um espaço para higiene pessoal, e até numa comparticipação financeira através de uma linha de apoio para pagamentos urgentes».

Para o CDS-PP Almada «os respectivos apoios fazem todo o sentido no clima perturbador em que vivemos de asfixia económica, de desemprego e de perda de poder de compra por parte das famílias do concelho devido ao surto de covid19, embora o CDS-PP entenda, que muitas das medidas agora pensadas pela autarquia, poderiam muito bem ter já sido colocadas em vigor ao longo dos últimos anos, pois há desde sempre quem viva com enormes carências e dificuldades económico-financeiras em Almada», e acrescenta que  «também no apoio ao associativismo e às colectividades, é sempre uma contribuição que vem reforçar a importância e o reconhecimento do papel que as colectividades têm na vida e na história do concelho de Almada».

No entanto os centristas pretendem ir mais longe nesse auxílio e entendem existir uma «inquestionável necessidade de um reforço imediato e imperativo nos apoios à actividade económica e comercial do concelho não esquecendo os profissionais liberais, estes últimos, já uma grande franja da actividade económica no município».

Apontam por isso  a necessidade da criação de «um plano específico direccionado para o apoio ao pequeno comércio, grosso modo no concelho, e à restante actividade económica» e a realização de «um balanço e um diagnóstico exaustivo em conjunto e em parceria com os comerciantes e com os serviços e demais áreas da actividade económica do concelho no que concerne aos impactos e aos danos provocados pela pandemia, tal como a elaboração de um plano de intervenção adequado e exequível dentro das capacidades e competências da autarquia».

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