CDS-PP Almada preocupado com supressão de carreiras e diminuição de horários na TST

A Concelhia de Almada do CDS-PP enviou uma nota de imprensa relativa à sua preocupação devido à supressão de carreiras e diminuição de horários por parte da empresa TST - Transportes Sul do Tejo

0
111
DR
Tempo de Leitura: 2 minutos

A Concelhia de Almada do CDS-PP enviou uma nota de imprensa relativa à supressão de carreiras e diminuição de horários por parte da empresa TST – Transportes Sul do Tejo que opera no concelho de Almada, na qual a presidente da Concelhia de Almada, Sara Machado Gomes, se mostra «preocupada com supressão de carreiras e diminuição de horários por parte da TST em Almada».

No comunicado o CDS-PP em Almada «exige junto da empresa de transporte público rodoviário que não prejudique mais os passageiros que têm ao longo destes anos sofrido diariamente com um serviço pouco prestável por parte da empresa como consideram maior parte dos passageiros.»

Para Sara Machado Gomes, «a TST dá novamente um passo atrás no que respeita à qualidade da oferta de um serviço público de transporte que se quer em segurança, em comodidade e assíduo».

A nota refere também o fim da carreira directa entre Cacilhas e o Cristo-Rei (101-A) «depois de cerca de dois anos em que a TST prestou, e bem, um serviço de carreira directa (sem paragens) entre Cacilhas e o Cristo Rei, nomeadamente servindo as centenas de turistas que visitam todos os dias o monumento no Pragal, eis que agora a empresa retira definitivamente esse percurso voltando a dificultar os passageiros que usam esse trajecto.

O mesmo percurso é efectuado numa zona de Almada onde reside imensa população de idade avançada e que tem uma mobilidade muito condicionada e reduzida. Já não basta o horário ser muito reduzido na carreira 101 (percurso com diversas paragens), por norma, os autocarros não são em nada cómodos nem em plena segurança para uma população mais idosa, situação essa, que o CDS-PP tem alertado inúmeras vezes junto da empresa mas sem efeito.

Desta feita, e com o fim da carreira 101-A, esperam-se de novo, enchentes na 101, o que tornará o trajecto mais complicado quer para turistas quer para os idosos que têm necessidade de usar a respectiva carreira.»

Ainda no que respeita aos constrangimentos provocados pela TST aos utentes, está a carreira que efectuava o percurso directamente entre Cacilhas e Setúbal, a TST remeteu essa carreira para o percurso via EN10, o que vai aumentar e muito, o tempo de viagem não se tornando apelativo para os utentes.

Para o CDS-PP Almada a entrada em vigor do passe único, revelou «todas as fragilidades da falta de investimento e de um plano integrado de mobilidade, acessibilidades e transportes públicos da grande área de Lisboa».

Apesar de reconhecer que «é uma medida mais vantajosa para as famílias em termos económicos, não se cansou de apelidar a mesma de ultra extemporânea, uma vez que, não acautelou, primeiramente, o investimento no material circulante nem criou antecipadamente um verdadeiro plano integrado e participativo entre todos os meios de transporte e os diversos concelhos da grande área metropolitana de Lisboa que movimenta milhares de pessoas em movimentos pendulares todos os dias.

É perfeitamente nítido o agudizar de constrangimentos resultantes do esperado aumento de passageiros em todos os transportes públicos, tornando uma medida que de si é boa, num pesadelo diário para quem quotidianamente faz ou passou a fazer uso do transporte público.»

A isto acresce ainda o facto de a prestação das operadoras poder vir a piorar, segundo o CDS-PP Almada «se as compensações e pagamentos que o Estado terá de fazer junto das empresas de transporte que fazem parte do Passe Navegante, Inter ou municipal, não forem efectuadas e tempo e horas».

O CDS-PP Almada através da sua presidente, entende que esta «é uma matéria que necessita de um aprofundado e longo diálogo com carácter de urgência».

DEIXE UMA RESPOSTA

Insira o seu comentário
Nome