CDS-PP Almada concorda com proposta de abertura aos privados do serviço de transportes

Em comunicado, os eleitos do CDS-PP Almada referem que concordam com a proposta de Assunção Cristas, em abrir aos privados o serviço de transporte público em complemento com a Transtejo.

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Em comunicado, os eleitos do CDS-PP Almada referem que concordam com a proposta de Assunção Cristas, em abrir aos privados o serviço de transporte público em complemento com a Transtejo.

No comunicado é referido que «em entrevista esta segunda-feira, na TVI24, a Presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, não esconde que gostaria de ver como opção facultativa à Transtejo e à Soflusa, empresas estatais que como se sabe, vivem momentos muito difíceis ao nível da sua gestão e operacionalidade, com as consequências pouco abonatórias para os utentes, operadores privados a efectuarem um serviço público de transporte de passageiros entre as duas margens em complemento com as operadoras do Estado.

Na óptica do CDS-PP Almada, concelhia que tem vindo minuciosa e sistematicamente a acompanhar o problema no terreno tendo já reunido ao longo dos últimos anos com várias entidades e responsáveis pelo sector, vê com bons olhos a proposta da presidente do partido, uma vez que, nos termos em que se encontra o serviço de transporte público fluvial completamente degradado, o que interessa verdadeiramente é que o mesmo funcione em condições de comodidade e de segurança para os almadendes, independentemente da proveniência do operador, seja ele privado, seja ele público.

Assunção Cristas, propõe um modelo misto de prestação de serviço, isto é, continuando a operar a estatal Transtejo, mas podendo em simultâneo, dar liberdade de escolha ao utente entre um privado que efectue o mesmo transporte com as devidas condições e com encargos bem definidos.

Em Almada, desde sempre, o CDS-PP vê como opção ao caos instalado no transporte fluvial entre Cacilhas e o Cais do Sodré, e entre a Trafaria e Belém, a entrada de utilizadores privados que possam garantir em pleno o transporte de passageiros entre as duas margens.

Para o deputado municipal, António Pedro Maco, “público ou privado, tanto faz, não importa a proveniência, desde que o serviço seja prestado nas devidas condições e em segurança”, afirma, já tendo defendido o mesmo durante a sua candidatura à autarquia de Almada, nas eleições locais de 2017, onde uma das fortes bandeiras do CDS-PP para o município, era os transportes, a mobilidade e as acessibilidades dentro do concelho ou com os concelhos limítrofes.

Também a presidente da concelhia de Almada do CDS-PP, Sara Machado Gomes, já reagiu positivamente às declarações da presidente do partido, entendendo que pode haver espaço para público e privado na travessia do Tejo, deixando ao critério dos almadenses a livre escolha do prestador de serviço que pretenderem.

Finaliza Sara Machado Gomes, que “a proposta de Assunção Cristas, fará todo o sentido conjuntamente com um abrangente e participado diálogo acompanhado de estudos pormenorizados e técnicos relativamente à operacionalização da entrada de novos operadores no Tejo, tal como as questões relacionadas com os cais de embarque, novos pontões, novos acessos, entre outros”.

Depois da medida implementada em conjunto com o Governo e com os 18 municípios da área metropolitana de Lisboa, no que respeita à mobilidade nos transportes relativamente à diminuição do valor dos passes mensais, medida essa, que o CDS-PP concorda, é agora prioritário e urgente, que se possa investir consideravelmente na oferta, pois só a diminuição dos custos dos passes mensais aos utentes não resolve, de todo, o problema, em grande medida, até prejudica, tendo em consideração a enorme e descontrolada procura, quando não há transportes condignos que possam satisfazer na plenitude, a segurança, a pontualidade e a comodidade dos utentes da Transtejo.

Relativamente a esta matéria e a outra génese complementar, a concelhia de Almada do CDS-PP, apresentará em breve, novidades aos militantes e aos almadenses.»

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