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Cavalos recolhidos na Moita «correm risco de vida»

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No dia 1 de Outubro o IRA – Intervenção e Resgate Animal denunciou através das redes sociais a situação de três cavalos, duas éguas e um potro, num estado avançado de desnutrição e com várias feridas, num campo na Moita, conforme o Diário do Distrito noticiou.

Na sequência dessa denuncia, o Diário do Distrito contactou também a Câmara Municipal da Moita para obter esclarecimentos acerca do estado dos animais com o veterinário municipal, resposta que nos foi enviada a 2 de Outubro, e na qual era referido que o veterinário Dr. João Ramos se deslocou ao local onde «foi verificado no local que a égua apresentava um acentuado estado de magreza e desidratação.

Ao exame físico, os animais não apresentavam lesões corporais significativas» e ainda que «foi efetuada a leitura de microchip com o intuito de verificação da existência do mesmo, não sendo detetados em ambos os equídeos».

Entretanto os animais foram retirados do local por elementos do IRA, que na sua página desmentem ambas as declarações do veterinário municipal.

«Vimos corrigir esta notícia afirmando que ambas as éguas adultas continuam em risco de vida, tendo a castanha tombado novamente ainda esta manhã.

A frequência com que ela cai devido à sua fraqueza levou à colocação de um guindaste fixo no interior da sua box.

A Égua branca teve de ser içada com um tractor, porque esta menina mal tem forças para manter o pescoço levantado.

Estão a ser gastas centenas de euros em multivitaminicos, suplementos, soro, eletrólitos e medicação para mantê-las vivas, hidratadas, e com energia suficiente só para pensarem em esperança.

O poldro magríssimo está a ser alimentado a biberão 6 vezes por dia e ração adequada só para não subtrair mais nutrientes à sua progenitora e podermos afastá-la da mãe para ela recuperar.»

Sobre a identificação dos animais, o IRA afirma ainda que «a égua branca tem microchip e ferro, tendo sido comunicados à DGAV».

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