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Cavalo volta para casa 8 anos depois do seu desaparecimento

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A vida de Shane Adams, natural de Utah, mudou muito nos últimos oito anos, data em que um dos seus cavalos, Mongo, fugiu do estábulo e nunca mais foi visto pelos donos. Entretanto,  Adams sofreu um acidente de viação grave que lhe provocou uma lesão cerebral significativa, passou por um divórcio e perdeu a sua casa. Mas no passado mês de setembro, soube que o seu cavalo tinha sido descoberto, “eu pensei, só podem estar a brincar comigo”, desabafou Adams ao New York Post.

O desaparecimento de Mongo aconteceu a 31 de março de 2014, durante a realização de excursão na região de Salt Lake City. Adams viu o seu cavalo a perseguir uma manada de cavalos selvagens, foi atrás do seu animal, mas ficou preso numa tempestade de neve. Esperou que Mongo voltasse para casa, que era o procedimento habitual do animal, mas isso não aconteceu. “Achei que ele simplesmente voltasse. Essa era a mentalidade dele. Nunca pensei que ele fosse embora”.

Adams procurou o seu cavalo durante três anos, sem interrupções. Fez todos os esforços para divulgar o desaparecimento de Mongo, e contratou inclusive, um inspetor para tomar conta da ocorrência. Adams e o seu pai saiam todos os fins de semana em expedições para encontrar Mongo. Desabafou ainda que o seu pai morreu em agosto e teve pena de não poder partilhar este momento especial com ele.

Mas em setembro deste ano, um dos funcionários da Bureau of Land Management in Utah (BLM Utah), informou Adams através de uma mensagem no Facebook que tinha encontrado um cavalo que era diferente de todos os outros, que não fugia e que era notório que estava domesticado.

Foi então que o dono de Mongo percebeu que o seu animal peludo tinha regressado e foi de encontro ao seu velho amigo. Adams percebeu que o seu cavalo estava mais magro, mas ficou surpreso por este não ter fugido quando o viu, mantendo uma ligação emocional com o dono que o perdera há oito anos atrás.

“Foi emocionante oito anos depois de perder um animal que julguei nunca mais ver, ter um reencontro passado este tempo todo. (…) O meu pai ficaria muito contente, ele iria fazer-lhe cócegas com certeza. Foi bom o animal ter voltado porque foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos dois anos”, concluiu Adams.


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